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quarta-feira, 19 de março de 2014

TAILÂNDIA: Bangcoc confirma sinais do avião sumido após dias de buscas

Autoridades tailandesas não tinham compartilhado informação pois não haviam sido questionadas, segundo jornal
Mapa mostra rota de buscas pelo avião desaparecido há mais de uma semana
Radares militares da Tailândia detectaram na noite do dia 8 de março sinais de uma aeronave não identificada logo depois que o avião da Malaysia Airlines desapareceu dos radares comerciais, publicou nesta quarta-feira (data local) a imprensa local.
Apesar da grande operação internacional de busca, as autoridades tailandesas não compartilharam essa informação até ontem porque não foram especificamente perguntados antes, disse o jornal Bangcoc Post.
O sinal supostamente detecta uma mudança de rumo para o Estreito de Malaca, mas o sinal era intermitente e não incluía dados como o número do voo, informou o porta-voz da Força Aérea da Tailândia, Montol Suchookorn.
"Não demos muita atenção para isso. A Força Aérea Tailandesa só se ocupa das ameaças contra o nosso país, então, o que não representa uma ameaça para nós, simplesmente observamos sem tomar ações", garantiu o militar, segundo o jornal.
Essas novas informações questionam as práticas de alguns países que preferiram não compartilhar informação em matéria de defesa, com pleno conhecimento do desaparecimento da aeronave com 239 pessoas a bordo.
O voo MH370 de Malaysia Airlines saiu de Kuala Lumpur na madrugada do dia 8 de março e tinha previsão de chegada em Pequim seis horas depois, mas desapareceu do radar 40 minutos depois da decolagem, por volta das 1h20 locais da madrugada do sábado para o domingo (14h20 de Brasília da sexta-feira).
Em torno das 1h28 locais, o radar militar tailandês "era capaz de detectar um sinal, que era normal, de uma aeronave em direção oposta ao MH370", disse Montol.
Após vários dias de buscas por possíveis destroços de um acidente no Mar do Sul da China, as operações de resgate se concentram agora em uma grande área que inclui regiões da Ásia Central e o sul do Oceano Índico.
Segundo os últimos dados de satélite recolhidos, o avião pode ter voado rumo ao norte, em uma área compreendida entre o Laos e o Mar Cáspio, ou para o sul, entre a ilha de Sumatra, na Indonésia, e o sul do Oceano Índico.
Mais de 40 aeronaves e 34 embarcações participam das tarefas de rastreamento, inclusive mais de 12 aviões Orion P-3 e Hércules C-130.
Os países que colaboram nos trabalhos são: Austrália, Bangladesh, Mianmar, Brunei, China, Coreia do Sul, Emirados Árabes Unidos, Estados Unidos, Filipinas, França, Índia, Indonésia, Japão, Cazaquistão, Quirguistão, Laos, Malásia, Nova Zelândia, Paquistão, Reino Unido, Rússia, Cingapura, Tailândia, Turcomenistão, Uzbequistão e Vietnã.
Sem notícias, parentes se desesperam e ameaçam greve de fome
EFE EFE - Agencia EFE - Todos os direitos reservados. Está proibido todo tipo de reprodução sem autorização escrita da Agencia EFE S/A.

Via: http://illuminatielitemaldita.blogspot.com.br/2014/03/tailandia-bangcoc-confirma-sinais-do.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed:+IlluminatiAEliteMaldita+(ILLUMINATI:+A+ELITE+MALDITA)

Israel pode atacar Irã em 2014

Benjamin Netanyahu

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, e o ministro da Defesa, Moshe Ayalon, ordenaram prosseguir os preparativos para um eventual golpe a alvos nucleares iranianos, informa o periódico Haaretz.

Ainda de acordo com a mesma fonte, o governo de Israel decidiu destinar para o efeito cerca de 2,89 bilhões de dólares em 2014.
O chefe do Executivo israelense criticou reiteradas vezes o acordo intercalar concluído entre o Irã e o sexteto de mediadores internacionais. Na sua opinião, tal instrumento ineficiente não irá impedir o desenvolvimento de armas nucleares por parte do Irã.

Leia mais: http://portuguese.ruvr.ru/news/2014_03_19/Israel-pode-atacar-Ir-em-2014-2199/

Ucrânia faz ultimato para forças da Crimeia libertarem chefe da Marinha

O presidente interino da Ucrânia, Alexander Turchinov, deu nesta quarta-feira um ultimato de três horas para que as forças de autodefesa da Crimeia libertem o comandante-em-chefe da marinha ucraniana na região, o contra-almirante Sergei Gaiduk.

"Se às 21h locais (16h de Brasília) o almirante Gaiduk e os demais reféns, tanto civis como militares, não forem libertados, as autoridades tomarão as medidas oportunas", afirmou o presidente.

POLÊMICA : Vaticano Admitir o Relacionamento com os Aliens !!!

A polêmica mundial foi gerada após o lançamento de satélite do Vaticano em busca de vida extraterrestre. 
Assim, as palavras foram resgatados Monsenhor Corrado Balducci , teólogo do Vaticano , que descobriu a relação entre a Cúria Romana e os extraterrestres.
Papa João XXIII manteve contato com ETs
Em 1961, o Papa Roncalli, João XXIII, teve uma reunião e conversa com um ser extraterrestre nos jardins da residência de verão papal de Gastelgandolfo
Em 23 de julho de 1985, o jornal britânico The Sun ecoa um jornalísticos relatos de que o Papa João XXIII teve uma conversa com um extraterrestre na residência de verão do Gastelgandolfo, por um tempo estimado de 20 minutos foi feita. Antes da conversa estranha o Papa se ajoelhou em reverência diante do visitante.
Há evidências de que, em 1935, o então bispo Angelo Roncalli, e tinha sido envolvido em um encontro secreto como Rosacruz ocultista channeler médio, e uma voz estranha havia se mudado para essas mensagens de entidades desconhecidas.
Roncalli, também conhecido como "O Bom Papa", um título similar que recebeu o matou o Papa João Paulo I, feito durante a sua vida um monte de maravilhas e estranhas paranormais "milagres".
João XXIII foi o Papa da Igreja Católica 1958-1963. Seu antecessor no mesmo escritório papal, foi o Papa Pio XII, que governou o Vaticano 1.939-1.958.
O Papa Pio XII, com o nome Giovanni Pacelli, já realizou reuniões semelhantes com os extraterretres, geralmente contra o pano de fundo os extensos jardins da Residência papal, tanto no Vaticano e Gastelgandolfo, onde uma agência do Vaticano que tem um observatório está localizado Espaço.
Foi precisamente pontífice Pio XII romano que recebeu informações secretas dos EUA sobre o caso Roswell, em 1947, e era apenas ele, aconselhado pelo governo do Vaticano segredo, o núcleo mais íntimo e mais influente Cúria Católica, que ordenou total silêncio sobre a questão alienígena, o custo necessário.
Em 1954 participou de uma delegação do Vaticano acreditava que era a primeira reunião entre o Governo dos Estados Unidos-Vaticano e Aliens na área experimental reservado e Área 51 em Nevada.
Balducci confirma que não é definitivamente superior a nós seres em termos de espiritualidade e tecnologia : o fato de que existem seres de outros lugares no universo continuamente visitar nosso planeta torna claro que estes seres têm superar momentos difíceis de sua história que este lhes deu o oportunidade de mudar ainda mais e entender a mecânica do universo. A crítica mais severa não pode negar ou desacreditar totalmente a presença de UFOs, como tendo atualmente tais incidentes no mundo inteiro de divulgação relacionada , eles devem ter uma certa coisa .
O erro , de acordo com Corrado Balducci , é negar a existência de UFOs à evidência atual. 
Entre pensando que estamos sozinhos no Universo é uma atitude de ignorância de nossa espécie e de surpresa , dizendo que " não devemos esperar a ciência para confirmá-la ou dizer. "
Segredos do VATICANO: Contatos com ETs e Sonda Espacial, matérias de revista UFO Noticiário da Itália.
Além disso, ele vai mais longe , fazendo um pedido específico para os sacerdotes do mundo para a posição atual da Igreja, para a possibilidade de vida extraterrestre é verificado, não necessariamente pelo fato de que a Bíblia não fala de vida extraterrestre significa que estamos sozinhos no universo , a Bíblia não faz a vida extraterrestre existe, mas não existe, simplesmente foi escrito por razões " mais rigorosa reflexão " .
                                   NOS PORÕES DO VATICANO
O que esses restos representam? Há uma boa razão do por que os Papas autorizassem enterrar Extraterrestres neste lugar para serem esquecidos?
Muitos crânios alienígenas foram encontrados durante um projeto de restauração na Biblioteca do Vaticano.
Esqueleto semelhante aos "alienígenas" foram encontrados quando foram feitas as escavações no piso do porão de um cofre secular sob a Biblioteca do Vaticano.
A Biblioteca estava passando por uma grande restauração em seus "cofres subterrâneos, dos quais estavam ainda sobre pisos de terra ainda contidos não se sentiam um pé humano a mais de 500 anos.
Veja a aparência do crânio encontrado nas escavações e simulação de foto quando vivo.
(Note como a entrega se parece exatamente com o chamado "Greys", que são pensados para abduzir os seres humanos em UFO literatura.)
Fontes:
http://lafanesca.com 
https://ecoturismoesoterico2.wordpress.com 
http://buraconegrobr.blogspot.com.br 
Mais um post by: UFOS ONLINE 

                             Veja os Vídeos Abaixo:
      Fonte:ADGUKNEWS



http://ufosonline.blogspot.com.br/2014/03/polemica-vaticano-admitir-o.html

                                            
                                      

Marco civil da internet se aprovado abre o caminho para o Golpe Comunista do PT. Como aconteceu na Venezuela.

Aqui alguns pontos do tal Marco Civil da Internet, um projeto do PT que tenta liquidar o último pilar da liberdade de imprensa e de expressão no Brasil, já que a maioria dos veículos da grande mídia são controlados pelos comunistas.
Ou há alguém capaz de acreditar que um projeto do PT seja coisa que preste?
Reinaldo Azevedo fez uma observação muito importante em seu blog. O PT plantou uma mentira como verdade por meio de seus esbirros que controlam as redações, acusando o PMDB de fazer lobby em favor das teles. Aliás, quando se quer saber que há manipulação do PT em qualquer projeto, basta ler a coluna do Janio de Freitas, o dinossauro comunista que ainda pensa que forma opinião pública. 
O objetivo do PT com o marco civil é simplesmente calar o que resta de liberdade de imprensa no Brasil, principalmente os blogs independentes e as redes sociais. Esta é a verdade.
Esse troço de neutralidade da rede e acesso democrático é a cortina de fumaça para enfiar goela abaixo dos brasileiros a censura. 
Na verdade a lentidão da internet no Brasil já é uma forma de censura pois impede o uso intensivo de dispositivos móveis fora de áreas cobertas por wireless.
Quando o PT fala em “acesso democrático” dá para morrer de rir. Comunistas nunca foram democráticos. O PT é sim um partido comunista e que deseja calar o último batião de liberdade que é justamente a internet.
Seguem alguns pontos listados pel site do Estadão. Notem também que o jornalista que escreveu isso é cobra mandada do PT, porquanto reverbera essa mentira de que as teles é que impedem o acesso democrático.
Em suma, o Marco Civil da internet se aprovado liquida as liberdade de expressão consagrada na Constituição. Ou seja, esse projeto é inconstitucional e por isso não pode ser aprovado. Vejam os pontos polêmicos:
• Neutralidade da rede
O que é: Princípio que determina que todos os pacotes de dados que circulam pela rede devem ser tratados igualmente, sob a mesma velocidade
O que diz o Marco Civil: Diz que as operadoras de conexão são obrigadas a cumpri-lo e não podem criar categorias preferenciais entre os usuários da rede. Especifica exceções (sob regulamentação futura), mas as teles dizem que vai isso encarecer o serviço. Criadores da proposta defendem que isso garante acesso democrático à rede.
O que isso significa para o usuário: A neutralidade garante que todos terão acesso a todos os serviços; sem ela, pode-se cobrar mais por aplicações que usam mais banda.
• Privacidade (guarda de dados)
O que é: A guarda de registros (logs) se refere à conservação de dados sobre data, horário e duração de acesso à internet e serviços.
O que diz o Marco Civil: Proposta estabelece que operadoras devem guardar logs por um ano; provedores de apps guardam se quiserem.
O que isso significa para o usuário: Há quem defenda que não se deveria registrar nenhum tipo de dado sob o argumento de que seria prejudicial à privacidade.
• Responsabilidade por conteúdo
O que é: Quando um conteúdo ilegal é colocado em uma aplicação (como o Facebook ou Google, por exemplo), o serviço pode removê-lo ou receber ordem judicial para tal.
O que diz o Marco Civil: Propõe que a notificação para retirada de conteúdo seja feita exclusivamente “pelo ofendido ou seu representante legal”.
O que isso significa para o usuário: Blogs, vídeos e fotos são tirados do ar arbitrariamente; saber a quem recorrer nesses casos (e principalmente nos casos procedentes, no qual há ofensa) é fundamental.

Fonte: http://aluizioamorim.blogspot.com.br/
http://www.libertar.in/2014/03/marco-civil-da-internet-se-aprovado.html

Onda de suicídios de banqueiros abalam o mundo financeiro. Sinal de um futuro colapso?

Estaríamos próximos de um colapso tão grave, capaz de trazer desespero à estas pessoas?

Desde o início do ano, o mundo financeiro tem sido abalada por uma onda de suicídios aparentes de pessoas em altos cargos em grandes empresas de valores mobiliários em diferentes países.

O último caso ocorreu em 12 de março, quando Kenneth Bellando, 28 anos, foi encontrado morto em Manhattan, em frente ao prédio onde morava, para o jornal 'New York Post". A Polícia de Nova York ainda investiga o caso para estabelecer o motivo do suicídio de Bellando, que erua especialista em investimentos trabalhando para o 'Capital Levy'.

Anteriormente, o jornal disse que, Kenneth trabalhou como um banqueiro de investimento na empresa financeira JP Morgan Chase. Seu irmão, John Bellando, também trabalhou na companhia e vários de seus e-mails pessoais foram apresentados como prova durante a audiência do Senado dos EUA, no caso "Baleia de Londres", um processo no qual foi decidido que o JP Morgan tinha cometido abusos desestabilizar o mercado financeiro.

Até agora este ano, Kenneth é a pessoa duodécimo ligada ao sector financeiro que supostamente acabou com sua próprio vida. De acordo com o Daily Mail, o engraçado é que nenhuma dessas pessoas tinham problemas financeiros ou familiares, e alguns foram até mesmo CEOs das empresas para as quais trabalhavam.

Esta série de suicídios começou em janeiro passado, quando William Broeksmit, 58 anos, diretor de risco do Deutsche Bank, foi encontrado enforcado em sua casa em Londres. Também dois outros funcionários do JP Morgan se mataram a partir do topo de um edifício, um na capital britânica e outro em Hong Kong.

Outono Radtke, diretor-executivo da plataforma de troca de moedas virtuais 'Primeira Meta', foi também encontrado morto em seu apartamento em Cingapura, no início deste mês.

Fonte: http://actualidad.rt.com/

Por Gisele Emerick
http://www.libertar.in/2014/03/onda-de-suicidios-de-banqueiros-abalam.html


Livros de geografia nos EUA dizem que a amazônia não é brasileira.

Todos nós já ouvimos falar que os americanos querem transformar a amazônia num parque mundial com tutela da ONU, e que os livros escolares americanos já citam a amazonia como floresta mundial..
Livros de geografia nos EUA dizem que a amazônia não é brasileira.
Livro didático "Introduction of Geography" (EUA) - sobre a Amazônia
Todos nós já ouvimos falar que os americanos querem transformar a amazônia num parque mundial com tutela da ONU, e que os livros escolares americanos já citam a amazônia como floresta mundial.. 
Pois chegou a nossas mãos o livro didático "Introduction to geography" do autor David Norman, livro amplamente difundido nas escolas públicas americanas para a Junior High School (correspondnete à nossa sexta série do 1ºgrau). 
Olhem o anexo e comprovem o que consta a página 76 
deste livro e vejam que os americanos já consideram a Amazônia uma área que não é território brasileiro, uma área que rouba território de oito países da América do Sul e ainda por cima com um texto de 
caráter essencialmente preconceituoso...



http://issoeofim.blogspot.com.br/2014/03/livros-de-geografia-nos-eua-dizem-que.html

Alcântara e a integridade territorial do Brasil: EUA já possuem numerosas bases militares em torno da Amazônia brasileira

A. ANTECEDENTES:

Já fazem parte do acervo histórico do nosso País, conhecido de todos os brasileiros, as várias e repetidas tentativas, todas elas originadas em países do chamado Primeiro Mundo, de arrebatar, despojar, usurpar ou extenuar a soberania plena do Brasil sobre a Amazônia brasileira. Por mais que se venha tentando negar essa realidade, ridicularizada insistentemente como "teoria conspirativa", ou dissimulando-as com "nobres intenções"-sempre mal interpretadas pelos militares, "radicais" incorrigíveis — essa verdade tem tanta força, e atinge o nosso patriotismo com tanto impacto, que ninguém mais, hoje em dia, tem a ousadia de negá-la com seriedade.
B. AS AMEAÇAS ATUAIS:

Hoje, as circunstâncias são perigosamente outras, pois o término da bipolaridade político-militar Leste-Oeste, liberou os presidentes norte-americanos de suas preocupações em relação à ex-URSS, permitindo-lhes atuar — com abusada desenvoltura e sem qualquer pudor diplomático — como braço armado dos "interesses mundiais", "na defesa da democracia", dos "direitos humanos'; e das "minorias raciais ou grupos étnicos ameaçados", etc., etc., etc., segundo sua própria interpretação e arbítrio.

Diante dessas atuais circunstâncias extremamente desfavoráveis, de nada valerá invocarmos o principio da autodeterminação dos povos, pois a ameaça de se "internacionalizar a Amazônia, ou se limitar a soberania do Brasil sobre a área, ou de se exercer sobre ela uma 'administração compartilhada' são apenas as variantes de uma mesma estratégia" — hoje perigosamente possível — adotadas pelos países principais (G-7), sob a liderança consentida dos EUA, visando concretizar a extinção ou a extenuação da soberania plena do Brasil sobre a sua Amazônia.

Sobreleva ressaltar que, nos últimos dez anos, as inúmeras concessões de imensos territórios às várias pseudo "nações" indígenas, com especial ênfase e celeridade às "homologadas" pelo presidente FHC, algumas delas concedidas mediante pressões internacionais sobre o governo brasileiro, têm colocado em "perigo de lesão" a integridade territorial do Brasil, na área amazônica.

O "interesse" dos dois últimos governos dos EUA, em relação à Amazônia sul-americana, liderando uma verdadeira aliança internacional dos países principais em seu objetivo de nos impor um certo grau de "internacionalização" da nossa região amazônica, mediante a aceitação pacífica quanto a uma "soberania relativa" (ou uma "administração compartilhada") sobre aquela riquíssima área, dispensa comprovações, posto que é uma realidade que pode ser abundantemente comprovada por incontáveis fatos, atos e declarações de autoridades de primeiro escalão dos governos dos países principais, muitas das quais seria ocioso enumerar, tantas têm sido elas e tão ampla difusão tiveram nos OCMs internacionais e nacionais, que certamente os nossos parlamentares já as conhecem de sobejo.
C. O PLANO COLÔMBIA:

Precipitando e desnudando as ameaças de interferência direta de países estrangeiros na Amazônia brasileira, o governo Clinton, poucos dias antes do final de seu mandato, decidiu apoiar "financeira, logística e militarmente o governo da Colômbia em sua luta contra as Forças Armadas Revolucionárias Colombianas (FARC) e o narcotráfico", cuja área de atuação abrange em parte a Amazônia colombiana. Assim, a pretexto do combate ao tráfico de entorpecentes e à guerrilha (ou narco-guerrilha) um efetivo desconhecido de militares norte-americanos já está fisicamente presente na parte colombiana da floresta amazônica, ainda um tanto distante de nossa fronteira, mas representando desde já uma ameaça potencial concreta e real, embora ainda não atual.

Oficiais de Estado Maior conhecedores da Região e dos problemas amazônicos, são quase unânimes em afirmar que a presença militar dos EUA na Amazônia colombiana, tende a se perpetuar — e, pior ainda -, provavelmente se ampliará.

Portanto o Plano Colômbia configura o início ainda disfarçado de uma maciça intervenção armada dos EUA na Amazônia sul-americana, a ser estendida aos países vizinhos como desdobramento provável da conduta de combate à guerrilha, ou como decorrência da expansão do plantio e do narcotráfico para áreas vizinhas; e/ou sob qualquer dos pretextos já sobejamente conhecidos, como a defesa do meio ambiente, ou dos direitos dos povos indígenas, etc.
D. AS 20 BASES E GUARNIÇÕES MILITARES DOS EUA NA AMAZÔNIA

A diretoria da ASMIR/PR reclamava que — ao examinarem esse Acordo — nenhum dos parlamentares da Comissão de Relações Exteriores alertara de que os EUA já possuem numerosas bases militares operando em território sul-americano e em ilhas próximas num verdadeiro "cordão sanitário" composto por 20 guarnições, em torno da Amazônia brasileira, como apresentadas no mapa esquemático (ao lado).

Como se vê, a máquina de guerra americana já transformou boa parte da América do Sul em um autêntico teatro de operações, supostamente contra o narcotráfico e a narco-guerrilha.

Das praias do Caribe ao Chaco, a presença dos soldados dos EUA é visível. Aviões variados e caças espalhados fazendo um verdadeiro arco que envolve a Amazônia brasileira pelo Norte, Noroeste Oeste e Sudoeste da América do Sul, nos Andes e nas Antilhas configuram o que deve parecer aos militares profissionais brasileiros uma espécie de ordem de batalha em torno da região Amazônica do Brasil.

Senão vejamos:
EQUADOR, CARIBE E SURINAME:

A espinha dorsal dessa hipotética ordem de batalha em território sul-americano é formada por três bases aéreas: Manta (Equador, cerca de 320 quilômetros da problemática Colômbia), Rainha Beatrix (Aruba) e Hato (Curaçao) — as duas últimas em frente à costa da Venezuela, próximas ao Suriname. Juntas as três bases contam com efetivo militar desconhecido.

As três guarnições abrigam: aviões-espiões, aeronaves de transporte, modernos caças F-16 e se preparam para receber os sofisticados aviões radar Awcs, de última geração em rastreamento eletrônico. Essas bases foram montadas nos dois últimos anos (2000 e 2001), em substituição à base Howard (no Panamá), desativada em 1999.

A idéia é que, juntas, as três bases viabilizem duas mil missões (vôos) anuais supostamente para rastreio e interceptação de aeronaves usadas por narcotraficantes.
AS SETE BASES DE RADAR DA COLÔMBIA E PERU:

A pretexto de estrangular o narcotráfico, como idealizado pelas forças armadas americanas, também elas se posicionaram em território sul-americano em uma rede de 17 bases terrestres de radar.

Destas, três ficam no Peru, quatro na Colômbia (por motivos óbvios) e o restante é "móvel e em local secreto" como informa o Center International Policy for Desmilitarization, uma ONG antimilitarista. Essas bases de radar possuem pista de pouso para aviões de transporte (como a colombiana Letícia e a peruana Iquitos, próximas à fronteira brasileira), e seu efetivo é estimado em 45 militares cada uma, entre técnicos de radar e soldados encarregados da guarda.

Essa aparente ordem de batalha dos EUA contra o "narcotráfico" e a "narco guerrilha", inclui ainda seis pistas de pouso construídas pelos americanos no Peru, no Paraguai, na Bolívia, no Suriname e na Guiana Francesa.

O Brasil é um dos poucos países sul-americanos onde ainda não existem bases, guarnições ou pistas de pouso americanas. Alcântara será a primeira...
E. A PRESENÇA DE "PARTICIPANTES NORTE-AMERICANOS" EM ALCÂNTARA:


Vista da base de lançamento em Alcântara


Os requerentes ressaltaram que, depois de já terem montado todo esse enorme dispositivo militar, a pretexto de "combater o narcotráfico na América do Sul", os EUA vêm procurando minimizar sua presença militar terrestre nessa parte do continente.

Agora, com a assinatura desse "acordo", o governo dos EUA acaba de conseguir "negociar" a presença de "Participantes Norte-americanos", em verdade, por suas funções explícitas, "representantes do governo dos EUA", em território brasileiro, Alcântara, verdadeira porta de entrada da Amazônia Brasileira por Leste.

Ora, isso obrigará compulsoriamente que os oficiais de Estado Maior brasileiro — militares profissionais competentes — se inclinem a levantar como hipótese muito provável a de que, por trás das finalidades explícitas desse "acordo", estão também objetivos ocultos muito ameaçadores.

E a ASMIR/PR ressalta que essa suspeita não é somente sua, mas já está generalizada, posto que é esposada publicamente até mesmo por destacados oficiais-generais do último posto (Generais-de-Exército e Tenentes-Brigadeiros) que, na ativa, exerceram importantíssimas funções nas suas Forças e que têm se pronunciado, já repetidas vezes, a respeito.

Ao que tudo indica — o que parece muito provável — é que o governo FHC tanto quanto o governo dos EUA, fingiram negociar um "acordo" de interesse mútuo meramente comercial e/ou financeiro que, segundo afirmavam, beneficiaria a ambos os países. Mas os seus representantes, quando questionados, mentem; fingem desconhecer, procuram negar, escondem ou minimizam algumas condicionantes muitíssimo ameaçadoras à nossa soberania, em especial em relação à Amazônia, permitindo deduzir que:
a instalação em Alcântara de um eventual Centro (ou Base) norte-americana de lançamentos de mísseis que ali viesse a operar, propiciaria por sua localização estratégica, uma maior eficácia e uma capacidade de mais rápida resposta, ao famoso "escudo antimísseis" (ou guarda-chuva nuclear) que o presidente Bush já decidiu criar, visando "defender o território dos EUA contra eventuais mísseis portadores de ogivas nucleares";
e essa base de lançamento de mísseis não-militares seria a melhor "estória cobertura" para se esconder a real finalidade do Centro (ou Base) norte-americano e, mesmo se supondo que, de fato, ela funcionasse somente para lançamento de mísseis civis, ainda assim, ela teria evidente capacidade e flexibilidade para se integrar rapidamente na finalidade militar do "escudo";
por conseguinte, concretizado esse "acordo" pela lógica militar dos que planejam lançar os seus mísseis contra os EUA, o Brasil passaria a estar colocado como um dos alvos prováveis dos inimigos da América do Norte, inclusive dos mísseis balísticos intercontinentais — por enquanto, todos eles apontados apenas para o Hemisfério Norte;

Além disso:
um Centro (Base) norte-americano de lançamento de mísseis situado em Alcântara, completaria militarmente e fecharia, por Leste, o cerco sobre a Amazônia brasileira, se considerarmos o verdadeiro "arco" de bases norte-americanas a Oeste, como retro focalizamos — já desdobrado e operando no terreno. E esta base norte-americana em Alcântara teria a vantagem militar estratégica de estar situada exatamente na porta de entrada da melhor, mais ampla e mais curta via de acesso Leste-Oeste — a calha principal do rio Amazonas/Solimões — o que propiciaria amplas facilidades para reunião de meios e montagem de instalações para o apoio logístico, em uma eventual manobra de ocupação do vale do Amazonas/Solimões por tropas norte-americanas.
Ademais, as restrições que o representante do Brasil aceitou em aceder, realmente dificultam de fato a entrada do Brasil no mercado de lançamentos, pois extinguirá os antigos planos de se desenvolver um VLS genuinamente brasileiro, projeto que caminhava com notável êxito, até que o atual governo decidiu retirar da sua chefia operacional o Comando da Aeronáutica para entregá-la a órgãos civis, a partir de quando ocorreram vários fracassos muito suspeitos.

Uma base norte-americana em Alcântara pode tipificar um crime contra o Código Penal Militar Brasileiro:

Poucos parlamentares perceberam que o Artigo IX concernente à Implementação do Acordo prevê que serão realizadas consultas anuais entre as partes para identificar qualquer adequação que se fizer necessária.

Deduzimos claramente, pela interpretação direta deste Artigo IX, que está implícita a idéia de uma duração muito longa (sic "consultas anuais") para a vigência desse instrumento legal internacional, idéia que — se colocada no contexto geral do Acordo — dada a inexistência de limites de prazo e/ou de número de lançamentos, nos obriga a pressupor uma intenção (oculta) de continuidade por prazo muito grande, de duração indeterminada ou, talvez, até mesmo uma tendência à perenidade do Acordo.

E, neste caso, é indispensável relembrar que uma eventual denúncia do "acordo", tal como ficou estabelecido explicitamente no texto firmado pelo Sr. Ronaldo Sardenberg, somente geraria seus efeitos um ano após a sua apresentação formal... muito astutamente antecipado pelos que negociaram esse "acordo". (verbis):

Artigo X: "3. Este Acordo poderá ser denunciado por qualquer das Partes mediante notificação escrita à outra Parte de sua intenção de denunciá-lo. A denúncia terá efeito um ano após a data da notificação." (destaque nosso)

É importante questionar por que e para que o Artigo X estabeleceu, na hipótese de denúncia, um prazo tão longo para que essa decisão de revogar o Acordo possa surtir os seus efeitos suspensivos que — por óbvio -deveriam, em certas circunstâncias, serem inegociáveis e necessariamente imediatos.

A denúncia de um acordo internacional tão delicado como este -firmado entre os dois países envolvendo graves e seríssimas concessões do Brasil — pela lógica, deveria gerar efeitos suspensivos imediatos, porque acordos internacionais somente são denunciados diante de fatos e/ou atos e/ou irregularidades muito graves, dos quais uma das partes discorde com veemência e energicamente, ou se sinta seriamente prejudicada e/ou ameaçada e — nestes casos — a suspensão imediata do "acordo" se impõe, posto que talvez as discordâncias possam até produzir desdobramentos e/ou acarretar consequências irreparáveis e/ou danos irreversíveis.

Por conseguinte, como esta cláusula retarda demasiadamente os efeitos suspensivos da denúncia, ela torna totalmente inegociável este "acordo", posto que — ao aceitá-lo — o representante brasileiro concordou (implícita e explicitamente) que os interesses nacionais podem ficar suspensos e/ou postergados e/ou subordinados a normas legais fixadas por governo estrangeiro, algumas das quais "continuarão a ser aplicadas após a expiração ou término deste acordo"; podendo ter vigência estável muito longa dentro do território nacional, pelo menos enquanto o contencioso que motivou a denúncia estiver sendo discutido, em verdade por prazo indeterminado, se considerarmos as "longas negociações" e as previsíveis procrastinações e retaliações — inclusive financeiras — que seriam desencadeadas pelo governo dos EUA, para não ser obrigado a evacuar e abandonar a base de Alcântara, perdendo assim as vantagens econômicas e estratégicas que essa base lhes garantia.

Diante desta cláusula, a sustação deste "acordo" pelo Congresso Nacional já seria impositiva até por prudência, tais e tão prejudiciais poderão ser as consequências dele.

A realidade é que ninguém focalizou até agora, a hipótese de que, até mesmo a simples assinatura do acordo, eventualmente poderá tipificar um crime contra o Código Penal Militar (Dec-lei nº 1001/ 69).

O fato é que, até agora, não foi examinada esta hipótese porque os parlamentares ainda não conheciam as denúncias, muito bem fundamentadas, e divulgadas amplamente pelo administrador de empresas, Sr. Ronaldo Schlichting pela Internet, pela imprensa e através de correspondência pessoal para incontáveis cidadãos brasileiros, vários deles, autoridades federais, com competência para levar adiante essas suas denúncias.

Como sabemos, o CPMB tipifica a existência de crimes militares quando o autor: (verbis)

Art. 142 — Tentar:

1 — submeter o território nacional, ou parte dele, à soberania de país estrangeiro;

III — internacionalizar, por qualquer meio, região ou parte do território nacional;

Note-se que a simples tentativa já tipifica esse crime.

O relator por certo não chegou a examinar esta hipótese porque ainda não sabia que — tal como somente depois revelou o Sr. Schlichting — os "Participantes Norte-americanos" — que, pela redação do Art. II, item 9 do Acordo, são de fato "representantes do governo norte-americano" — para se habilitarem tecnicamente a usar a área do CLA para o lançamento de seus mísseis mais habituais, (por exemplo os foguetes DELTA — I, II e III — da Boeing) carregados com suas "cargas úteis", teriam a indispensável necessidade de construir suas próprias rampas de lançamento, possivelmente 6 (seis), e numerosos edifícios para abrigarem variadas instalações, depósitos e até mesmo uma fábrica de hidrogênio líquido e outra de oxigênio líquido, para tornarem possível o abastecimento seguro dos motores dos seus foguetes, além de necessitarem ainda de muitas outras dependências de acordo com as estimativas levantadas pelo Sr. Schlichting

Por certo nem mesmo o Relator sabia ainda que a "área restrita" do território brasileiro, onde os "representantes norte-americanos" vão exercer o seu amplo e exclusivo "domínio", ao contrário do que mentiram repetidamente várias autoridades federais envolvidas nessa questão, não é uma diminuta repartição e/ou galpão, mas sim ocupará uma área mínima total estimada em cerca de 910.000m2, e isso sem acrescentarmos a área indispensável à segurança, o que por certo aumentaria muito esse total, atingindo talvez mais de 9.000.000m2, se respeitadas as reais necessidades de proteção das instalações e rampas de lançamento para resguardá-las ao menos contra o fogo de armas de tiro tenso acionadas da periferia do CLA.

Por isso, a hipótese da tipificação de um dos crimes previstos no Art. 142 do CPMB, fica muito robustecida simplesmente porque tão amplo conjunto de edificações técnicas indispensáveis, além de outras de apoio e/ou administrativas, representariam um complexo tão grande de edifícios que — por sua vez — exigiria um número enorme de cidadãos estrangeiros para operá-los (muitos dos quais, talvez militares norte-americanos, obviamente da "reserva"), o que transformaria essa área do território brasileiro em uma espécie de "filial" de Cabo Canaveral — um verdadeiro território estrangeiro.

Não é difícil prever o seríssimo contencioso que se geraria, quando o Brasil — usando sua prerrogativa como Estado Nacional Soberano — denunciasse o "acordo" e exigisse a retirada desse numeroso contingente de estrangeiros do território brasileiro e a devolução da enorme área ocupada.
CONCLUSÃO GERAL:

As perguntas que obrigatoriamente devem responder os parlamentares que pensam eventualmente em homologar esse "acordo" — ainda que com as modificações com que alguns imaginam torná-lo admissível -são:

Na hipótese de — um dia — o governo dos EUA negar-se a devolver-nos o nosso território e evacuar essa área, que alternativa teria o governo brasileiro? Iríamos impedi-los de continuar operando suas instalações? Como? Proibi-los de entrar e sair de Alcântara, talvez até mesmo via aérea, abatendo seus aviões e helicópteros? Ou quem sabe tentaríamos expulsá-los manu militare?

Ou para quem apelaríamos? Para a ONU? Ou para o papa?

Ou, se o seu governo — pretextando proteger a floresta amazônica, suposto "Patrimônio da humanidade" -usasse a base de Alcântara para invadir a Amazônia, o que faríamos? Qual a nossa única alternativa?



http://issoeofim.blogspot.com.br/2014/03/alcantara-e-integridade-territorial-do.html

Ondas gravitacionais: A inflação do Big Bang

A recente descoberta de ondas gravitacionais comprova uma antiga teoria do Big Bang, nomeadamente a sua inflação. Mas o que são claramente ondas gravitacionais?
Albert Einstein previu, na sua teoria da relatividade geral em 1916, que um objeto de grande massa como a Terra distorce o espaço-tempo ao seu redor como uma bola de boliche lançada sobre um trampolim.
Quanto maior o objeto, mais o espaço-tempo é distorcido por ele. Se uma bola de gude estiver circulando em torno da bola de boliche no trampolim de covinhas, ela iria cair para dentro, em direção à bola de boliche, como uma rocha no espaço que circunda um planeta.
As ondas gravitacionais são ondulações no espaço-tempo que viajam para o exterior a partir de uma fonte. Os cientistas pensam que poderosas ondas gravitacionais são criados quando dois objetos extremamente densos - como um par de estrelas de neutrões - orbitam em pares binários.
A interação desses dois objetos alteram o espaço-tempo, criando ondulações que, teoricamente, podem ser medidas através de instrumentação poderosa. [Descoberta maior prova do Big Bang até agora]
A evidência direta
Agora, o Centro Harvard-Smithsonian de Astrofísica descobriu um sinal fraco na radiação cósmica de fundo, que significa a primeira evidência direta de ondas gravitacionais já descobertas. As ondas gravitacionais foram a última parte não testada da teoria geral da relatividade de Einstein.
O estudo de Harvard-Smithsonian viu ondas gravitacionais como ondulações no espaço-tempo como sendo possíveis vestígios da rápida expansão do universo (chamado inflação), logo após o Big Bang, há cerca de 13,8 bilhões de anos atrás.
Os cientistas que trabalham no estudo descobriram um padrão distinto de ondas na radiação cósmica de fundo - o nevoeiro que enche o universo e representa a radiação detectada mais antiga - que suporta ainda mais a ideia de que o universo passou por um grande período de inflação uma fração de segundo após o Big bang.
"Este trabalho oferece novos insights sobre algumas de nossas perguntas mais básicas: Porque existimos? Como o universo começou?", pergunta o astrofísico Avi Loeb, que não era um membro da equipe do estudo. "Esses resultados não são apenas a comprovação da inflação, eles também nos dizem quando a inflação ocorreu e quão poderoso o processo foi ".
Inflação cósmica
A radiação cósmica de fundo passou surgiu cerca de 380.000 anos após o Big Bang. Os cientistas mapearam a radiação através do céu e descobriram que ela tem uma temperatura uniforme, a evidência que reforça a teoria da inflação cósmica.
Experiências como Advanced LIGO (Laser Interferometer Gravitational Wave Observatory) e Advanced Virgo, poderia detectar as ondulações binárias criadas no espaço-tempo, embora não tenham encontrado ainda uma assinatura clara.
As ondas gravitacionais são diferentes das ondas de gravidade, que são ondulações criadas nas atmosferas dos planetas pelas interações das chicotadas dos ventos sobre as características geológicas na superfície do planeta.

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http://www.ciencia-online.net/2014/03/o-que-sao-ondas-gravitacionais.html
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