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segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Professora da USP fala sobre empréstimo do Brasil à Cuba

Publicado em 10/02/2014
MOTIVO DE IMPEACHMENT: doutora em direito internacional, Maristela Basso, aponta que fornecer empréstimos sem a aprovação do Congresso é algo inconstitucional.

O Silêncio e a Omissão das autoridades brasileiras sobre a crise na Venezuela

Publicado em 17/02/2014

Muito mais do que um apelo, um protesto. Foi desta forma que o senador Alvaro Dias, no Plenário, se pronunciou em relação à omissão e ao silêncio do governo brasileiro a respeito da crise que há dias toma conta da Venezuela. Para o senador, os protestos da população venezuelana contra o governo do presidente Nicolás Maduro se amplificam a cada dia, e o futuro daquele país ganha contornos cada vez mais preocupantes. Para Alvaro Dias, enquanto os problemas econômicos -- como a inflação de mais de 50% e a crise de desabastecimento -- conduzem a Venezuela para um grave abismo social, o governo Dilma adota o silêncio como postura de Estado, o que, na visão do senador, é uma omissão inaceitável.
"As manifestações, marcadas por enfrentamentos entre chavistas e opositores, deixaram um saldo de três mortos e mais de cem feridos. Centenas de pessoas foram detidas e muitas permanecem detidas. Tanto Caracas como outras cidades são cenários de protestos de estudantes e de opositores do governo para denunciar a insegurança, a inflação e a escassez de produtos em escala nacional. E o governo Dilma, que sempre apoiou o chavismo em todas suas vertentes, se cala. Por isso viemos aqui hoje, no Plenário, não para apelar ao governo, mas protestar, até porque este governo é insensível não só diante da palavra da oposição, mas diante principalmente do drama que vivem as pessoas que sofrem na própria carne o impacto da implacável postura de violência adotada por este líder boquirroto que substituiu Hugo Chávez na presidência da Venezuela", disse o senador Alvaro Dias.

25º ALCYON PLÊIADES - NOTICIAS 2014: Avistamentos OVNI, Conspirações, Fenómenos Estranhos

Publicado em 11/02/2014
Este vídeo também está disponível nos seguintes idiomas: Espanhol - Inglês - Alemão - Francês - Italiano - Japonês - Grego

25º ALCYON PLÊIADES - NOTICIAS 2014
http://alcyonpleiades-pt.blogspot.com...
Como já explicado na trilogia do vídeo Alcyon Plêiades, enquanto aguardamos essa desejada entrada do nosso planeta Terra e toda a humanidade nos anéis fotônicos do Sol Alcione, e também a incursão extraterrena dos Seres da Brigada de Resgate, especialmente os Pleiadianos e Sirianos, estão ocorrendo por todos os lados uma infinidade de acontecimentos mundiais, uma série de enormes mudanças políticas, governamentais, religiosas e sociais, muito necessárias para levar a cabo o mais urgente afastamento e desactivação do Governo visível e da Sombra, assim como dos Alienígenas invasores do nosso planeta.
Além destes pontos tão fundamentais, referimo-nos de fatos, os quais na sua maioria não são nada favoráveis para a nossa atual humanidade... eventos que se vão agravando através de desequilíbrios naturais e climáticos, situações sociais cada vez mais dramáticas e críticas, provocações e anúncios de guerras em vários países, crises e conflitos em toda a parte... Assim mesmo, conspirações e intrigas ocultas, uma maior quantidade de avistamentos de ovnis, fenómenos estranhos e luminosos cada vez mais evidentes e em mais lugares, etc.
De tudo isto quisemos ir informando periodicamente a partir de agora, aos nossos seguidores de Alcyon Plêiades, através de uma recompilação de notícias e documentos atuais e de grande interesse, dos quais muitas vezes não se informa nos meios de comunicação oficiais ou passam desapercebidos, mas que são fundamentais para conhecer a realidade dos tempos que vivemos.

VÍDEO REALIZADO POR ALCYON
http://alcyonpleiades-pt.blogspot.com...

EUA: Projeto de lei de Senador adverte cidadãos para se preparar para ataque EMP, Nuclear e armazenamento de alimentos

Legisladores estaduais estão se movendo para se certificar de que você saiba o que terão na mão quando ocorrer um Armagedom eletrônico.
Legislação aprovada quarta-feira pelo Comitê de Segurança Pública do Senado exige a divisão do estado de Gerenciamento de Emergências para chegar a recomendações sobre que tipos de coisas os cidadãos do Arizona devem comprar agora e guardar na sala da garagem, bunkers ou armazenamentos para o caso de algum inimigo detone uma arma nuclear ou outra bomba que anulem a energia e as comunicações no estado - e, possivelmente, em todo o país.

Essa recomendação também soletra exatamente o quanto de comida, água e suprimentos médicos devem estar disponíveis para durar semanas ou meses e anos. E a agência estatal teria que atualiza essa lista a cada cinco anos.

A SB 1476 está sendo empurrada pelo senador David Farnsworth, R- Mesa , em meio a preocupações sobre um pulso eletromagnético que pode ser causada por certos tipos de explosão.

De acordo com um briefing preparado para os legisladores, uma explosão nuclear em ou perto do chão pode danificar os sistemas elétricos e de comunicações por 70 milhas ou mais a partir do local detonado. Mas uma explosão no ar - 15 milhas ou mais acima da superfície - pode danificar redes elétricas em todo o país por várias semanas , se não ou mais.

Essa possibilidade preocupa Farnsworth .

Ele disse que as pessoas têm um entendimento de que os desastres podem acontecer. Mas ele disse que as pessoas estão trabalhando sob a suposição de que o problema será local.

"Realmente, todos nós temos que fazer é estar preparados o suficiente para agüentar até ajuda externa que venha", disse a colegas. Mas este tipo de desastre, disse Farnsworth , poderá ser de âmbito nacional .

" Em essência , não há nenhuma ajuda vinda ", disse ele . "Precisamos estar preparados localmente para uma luta de longo prazo".

E Farnsworth disse que significa a preparação individual.

"Como uma sociedade, nós nos tornamos tão dependentes do governo e sobre a nossa sociedade do jeito que está ", explicou ele . "Ir ao supermercado , sempre há comida lá.'

Tendo o Estado se preparando com uma lista do que as pessoas devem ter em caso de uma emergência desse tipo , segundo ele, é essencialmente uma chamada para o despertar.

" Esperemos que isto irá iniciar a discussão e a consciência de que nós, como um governo não pode alimentar todas essas pessoas " , disse Farnsworth . " Como cidadãos responsáveis ​​, temos de fazer a nossa parte para fazer nossos próprios preparativos privados.'

Os legisladores receberam nenhuma indicação de quanto custaria a agência estatal de chegar a essa lista de materiais necessários. Mas eles foram unânimes na aprovação. Na verdade, alguns sugeriram que a legislação não vai suficientemente longe.

O senador Chester Crandell , R- Heber , disse que não é simplesmente uma questão de sobrevivência individual.

"Há um monte de diferentes organizações que temos no estado que realmente trabalham para a segurança pública ", disse ele , incluindo agências como a Secretaria de Segurança Pública ou mesmo utilitários que precisam para fornecer energia para tudo, até a planta que purifica e bombaságua. Ele disse que talvez as autoridades de emergência do estado precisará descobrir - e dizendo-lhes - o que eles precisam para ter em mãos.

"Se nós estamos olhando para um país, ou pelo menos uma catástrofe em todo o estado ( situação) , toda energia some, caminhões param de correr, essa coisa toda , como é que eles vão , em seguida, desempenhar as suas funções e responsabilidades para a segurança pública ? ' perguntou Crandell.

A senadora Andrea Dalessandro , D- Green Valley, disse que ela entende um pouco do que pode acontecer quando ocorrer um desastre inesperado, tendo vivido em Nova Jersey.

"Às vezes nós teríamos apagões regionais por vários dias " , disse ela.

"Foi absolutamente debilitante ", Dalessandro explicou . " Bombas de gás são elétricas . Você não pode usar cartões de crédito."

Via: http://verdenews.com/main.asp?SectionID=1&SubSectionID=1&ArticleID=58687 e UND

2leep.com * A opinião e linha teológica dos colaboradores pode não transmitir a posição editorial oficial do Site Libertar. Estamos na mesma fé em Yeshua, O Salvador.

Via: http://www.libertar.in/2014/02/eua-projeto-de-lei-de-senador-adverte.html

MORADORES DE VERANÓPOLIS SENTIRAM TREMOR NESTE DOMINGO

A população de Veranópolis/RS acordou com um susto na manhã deste domingo. Conforme relatos de moradores, poucos depois das 8h, um estrondo forte teria feito a cidade tremer.

A assistente social Karina Weiss, 34 anos, mora no alto do município, no bairro Femaçã, e disse que apenas escutou um barulho muito forte.

— Foi bem rápido, um ou dois segundos. Não sei dizer se tremeu mesmo, parecia como o som forte de um vácuo. Até onde sei, foi sentido em vários pontos da cidade — disse.

Ela estava na sala com a família quando ouviu o barulho forte.
— Olhamos para fora e vários vizinhos também haviam saído de casa para ver o que tinha acontecido.

Nas redes sociais, muitos relataram o ocorrido. O Corpo de Bombeiros de Veranópolis atendeu cerca de cinco ligações durante a manhã informando sobre o possível tremor, mas avisa que não há nenhuma ocorrência oficial sobre o fato.

— Não há nenhuma informação concreta sobre isso, já houve casos assim outras vezes.
Pode ter sido até uma detonação de pedreiras próximo da cidade — sugeriu o Sargento Baldissera.

O geólogo Abrelino Frizzo comenta que não há motivo para pânico no município. Conforme ele, não há nenhum sismógrafo (que registra as ondas sísmicas) instalado na região, porém, pequenos tremores como o sentido em Veranópolis podem ser comuns.

— Temos cerca de 900 metros de rocha abaixo da superfície, são vários derrames vulcânicos, mas existem intervalos entre eles. Ficam vazios, onde a água se armazena. Então, sempre existe o risco de ter acomodações internas dessas camadas de rochas. Mas nada que possa representar um grande tremor — explicou o geólogo.

Segundo Frizzo, numa escala de tom de vibração da Escala Richter o terremoto estaria provavelmente próximo 2 ou 2,5.
— Para ser perigoso, um terremoto que realmente movimenta a crosta, deve ser próximo ou superior a 6.
Fonte: ZH
NOTA DO EDITOR:
Não só em Veranópolis mas também em Nova Prata e até em Bento Gonçalves, cidade que fica a 30 km's de distância sentiu o tremor do que os “especialistas” dizem ser normal. O engraçado é que poucas vezes foi registrado estes momentos nestas cidades e a história é sempre a mesma: “A acomodação das rochas abaixo do solo”. Até que ponto isso faz sentido não sei dizer, mas que o barulho é assustador ao relato dos moradores isso sim é de se questionar se a acomodação faria tal feito estrondoso…

O Verdade Mundial iniciou as atividades em Nova Prata, cidade vizinha aqui de Veranópolis, e é a primeira vez pela qual passamos por este momento aqui na região, já moradores naturais daqui tem relatado os estrondos com frequência.
Ton Müller.
_______  EM SÃO GABRIEL/RS ______________ ATUALIZAÇÃO:


Enviado por Nédio Halembeck
Via: http://www.verdademundial.org/2014/02/moradores-de-veranopolis-sentiram.html

GRANDE DEGELO DO ÁRTICO ABRE CAMINHO A PERIGOSA MIGRAÇÃO MICROBIANA

O acelerado degelo do Ártico, em consequência do aquecimento global, abre caminho a inéditos movimentos migratórios de agentes patogênicos, que representam um risco para os mamíferos marinhos e, potencialmente também, para os seres humanos, alertaram os cientistas.
"Com as mudanças climáticas, percebemos que existe uma possibilidade sem precedentes de que os agentes patogênicos migrem para novos ambientes e causem doenças", disse Michael Grigg, parasitólogo do Instituto de Alergias e Doenças Infecciosas (NIAID, na sigla em inglês) dos Estados Unidos.
"O gelo é uma enorme barreira ecológica para os patógenos, que ao aumentar as temperaturas no Ártico conseguem sobreviver e acessar novos anfitriões vulneráveis que não desenvolveram imunidade contra estes micróbios e parasitas por não ter ficado expostos anteriormente", disse nesta quinta-feira, durante conferência anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência (AAAS), celebrada em Chicago entre 13 e 17 de fevereiro.
Uma nova cepa do parasita "Sarcocystis pinnipedi", até agora sequestrada no gelo, emergiu recentemente causando uma ampla mortalidade em em focas cinzas e outros mamíferos ameaçados no Ártico, como leões marinhos, morsas, ursos polares e ursos pardos no Alasca e até no sul da província canadense da Columbia Britânica.
Outro parasita que está comumente nos gatos, chamado "Toxoplasma gondii", foi encontrado em baleias brancas (belugas) em águas do Ártico, algo nunca visto, disse o cientista.
A descoberta, há alguns anos, provocou um alerta sanitário nas populações de esquimós que tradicionalmente comem a carne destas baleias, acrescentou.
Mamíferos marinhos, bons sentinelas
"Trata-se de um novo patógeno endêmico no Ártico que matou 406 focas cinzas em bom estado físico no Atlântico Norte em 2012", disse Grigg, indicando que este parasita é inofensivo para os humanos.
Este é o primeiro exemplo de um parasita que migra do norte para o sul, segundo o especialista, que fez uma comparação com a peste negra na Europa da Idade Média, que matou um terço da população que nunca tinha estado exposta ao patógeno.
A toxoplasmose, a infecção causada pelo "Toxoplasma gondii" é a principal causa de cegueira infecciosa em humanos e pode ser fatal para o feto, assim como para as pessoas e animais com um sistema imunológico debilitado.
Este parasita é transmitida principalmente pelo consumo de carne mal cozida ou de água que esteve em contato com solos contaminados com fezes de gato.
"Os mamíferos marinhos podem ser bons sentinelas do ecossistema no Ártico", afirmou Sue Moore, bióloga oceanógrafa da Administração Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA), na conferência da AAAS.
"Estes animais emitem sinais do que está acontecendo e temos que melhorar a nossa interpretação", disse, destacando que o Ártico perdeu cerca de 75% de seu gelo permanente nos últimos anos.
"Sabemos muito pouco sobre a capacidade das plantas, animais e humanos para responder ao ritmo incrivelmente rápido do aquecimento global", disse Christopher Field, professor de biologia da Universidade de Stanford (Califórnia, oeste).
Segundo o especialista, a velocidade desse ritmo é incomensurável com relação à da maior mudança climática precedente, o esfriamento do planeta registrado há mais de 50 milhões de anos.
Dica da leitora Manoela Bruscatto
Via:  http://www.verdademundial.org/2014/02/grande-degelo-do-artico-abre-caminho.html

EUA: Médicos Podem ter Causado o Aumento da Heroína

Especialistas dizem que os problemas atuais do consumo de heroína poderiam ter sido provocados por uma prescrição agressiva de opioides para dores crônicas há 15 anos, informa a National Public Radio.

A morte do ator americano Philip Seymour Hoffman, que lutou contra o vício de drogas e supostamente morreu por uma overdose, tem chamado a atenção sobre o consumo de drogas nos EUA e, em particular, o aumento do consumo de heroína . De acordo com os Centros para Controle e Prevenção de Doenças EUA, entre 2007 e 2012 o número de usuários dessa substância aumentou 80%, passando de 373.000 para 669.000 pessoas. As mortes por overdose entre 2000 e 2010 também aumentaram em 55%, superando três mil.
Segundo os especialistas, o problema remonta a uma campanha de cerca de 15 anos por parte das indústrias farmacêuticas, que fizeram os médicos prescreverem opióides de maneira agressiva contra as dores. Medicamentos como OxyContin ePercocet são fármacos opióides populares legais, a heroína é também um opióides, mas é seu 'primo' ilegal. Todos são feitos a partir da planta papoula e tudo causam dependência.

"Quando você fala com as pessoas que usam heroína hoje em dia, quase todos eles lhe dirão que sua dependência de opióides começou com uma exposição aos analgésicos", relata NPR citando o Dr. Andrew Kolodny, diretor médico do centro para tratamento de dependência Phoenix House. Logo passaram dos analgésicos à heroína, porque é mais barata e de acesso mais fácil.

Segundo as estatísticas, as áreas com as maiores taxas de dependência de opióides ou heroína são frequentemente áreas mais ricas, onde as pessoas tem mais acesso ao serviço médica e aos médicos que prescrevem medicamentos opióides. "Muitas vezes era um médico que tinha boas intenções. Não era um traficante de drogas, mas um médico que pode ter a impressão de que o caminho compassivo para tratar a dor era a prescrição agressiva de opioides", disse Kolodny.

Com o tempo tornou-se mais difícil conseguir os opióides, os médicos começaram a restringir as suas receitas e então foi quando os fornecedores de heroína entraram para preencher essa lacuna.

Segundo Kolodny, se poderia controlar a epidemia de heroína se os médicos prescreverem opióides com mais cautela.

Fontes:
RT: EUA: médicos podem ter causado o aumento da heroína

Via:

Enorme asteróide se aproximará da Terra hoje (17/02)

Um asteróide 3 vezes maior que  um campo de futebol e viajando a 43.000 km/h por hora vai passar perto da Terra hoje.
Enorme asteróide se aproximará da Terra hoje (17/02)
O objeto “potencialmente perigoso”, chamado 2000 EM26, se aproximará cerca de 2,6 milhões km da Terra às 09:00 EST (02:00 GMT).
Apesar de sua classificação e proximidade, os cientistas afirmam que o 2000 EM26, que tem cerca de 270 metros de diâmetro, não representa nenhuma ameaça para o planeta.


A Online Camera Slooh irá acompanhar o asteróide e você pode assistir ao vivo abaixo.


Os cientistas também dizem que um astrônomo com um telescópio suficientemente poderoso também poderia identificá-lo a partir do conforto de seu quintal.
Durante a sua maior aproximação, o asteróide vai voar a cerca de 8,8 distâncias lunares da Terra.
O sobrevoo de 2000 EM26 acontece quase exatamente um ano após a explosão surpresa de um meteoro em Chelyabinsk, na Rússia, causando danos e ferindo mais de 1.000 pessoas.


Via: http://misteriosdomundo.com/enorme-asteroide-se-aproximara-da-terra-hoje-1702

Lula vai em cadeia nacional na Venezuela e dá apoio total ao genocida ditador Maduro

A Venezuela entrou em estado de guerra civil, a situação é tensa, o governo cortou as comunicações, a informações e vídeos postados nas redes sociais, de que o governo de Nicolás Maduro esta abrindo fogo contra os manifestantes, a situação é gravíssima. Segundo informações adquirida com exclusividade, já passam de 3 mil mortos, os estados Sul-Americanos ainda não se pronunciaram sobre o fato.

Aqui no Brasil nenhuma emissora está dando cobertura a guerra civil e ao massacre promovidos pelo amigo da Lula-Dilma. O ditador Nicolás Maduro desarmou os cidadãos e desmilitarizou as polícias do país e botou a Guarda Nacional para achacar o povo (do mesmo jeito que o PT quer fazer aqui).

10 Casos de Poltergeist no Brasil

Poltergeist (do alemão polter, que significa ruído, e geist, que significa espírito) é um tipo de evento sobrenatural que se manifesta deslocando objetos e fazendo ruídos. Manifestações poltergeist ja foram registradas em muitas culturas e países, incluindo os Estados Unidos, Japão1 , Brasil, Austrália e a maioria das nações europeias. Os primeiros casos registrados datam do Século I.2 Acredita-se que ...
o foco dessa perturbação é muitas vezes uma criança na fase da puberdade, em geral do sexo feminino. O evento caracteriza-se por estar relacionado a um indivíduo e por ter curta duração. Difere da chamada assombração, que pode-se estender por anos, sempre associada a uma área, geralmente uma casa.
No fenômeno poltergeist um espírito perturbado usa o indivíduo para se manifestar, às vezes de forma agressiva, fazendo objetos como pedras, por exemplo, voarem pelos ares atingindo objetos e outras pessoas. Para a manifestação desse espírito, segundo a literatura espírita, é necessária a presença de um médium de efeitos físicos, ainda que seja completamente alheio à sua faculdade, para que os fenômenos ocorram.


1- Jardim Europa, São Paulo - 1948


Uma família teve sua residência assolada dias e dias por várias chuvas de pedras que se atiravam contra a casa, quebrando vidraças e provocando muitos estragos. A polícia foi chamada, vizinhos foram interrogados. As investigações não conseguiram dar conta de explicar a ocorrência dos estranhos fenômenos. Além das pedras, dentro da casa objetos desapareciam e reapareciam em lugares inusitados, como fotos de família que apareceram dentro do vaso sanitário. Peças de roupas apareciam retalhadas. (Caso relatado por Fátima Regina Machado.)


2- Pirituba, São Paulo - final de 1970, início de 1980


Uma família se via assustada com eventos estranhos que ocorriam em sua residência. A modesta casa, que sempre fora extremamente limpa e bem cuidada, começou a sofrer ataques constantes de tijolos e terra. Sem que houvesse qualquer dano no telhado, eles se “atiravam” dentro dos cômodos, como se materializassem no ar, provocando muita sujeira e estragos nos móveis comprados com tanto sacrifício. Na cozinha, como se não bastassem esses ataques, pratos e xícaras “teimavam” em não permanecer dentro do armário, lançando-se ao chão, como se uma grande força os impulsionasse para fora das prateleiras. Por vezes, a luz do banheiro se acendia sem que ninguém estivesse naquele cômodo. Os fios elétricos que percorriam os caibros do telhado sem forro do quarto apareceram picados, como se alguém tivesse utilizado uma faca para fazê-lo. (Caso relatado por Fátima Regina Machado.)


3- Periferia de São Paulo, 1983


Um casal e seus três filhos (um menino de 12 anos e duas meninas, uma de 8 e a outra de 3 anos de idade) ficaram perplexos diante de estranhos eventos que aconteciam em sua residência. As cortinas se balançavam, chegando por vezes até o teto, mesmo quando as janelas e portas estavam completamente fechadas. Certo local da casa apresentava temperatura sensivelmente mais fria do que os outros cômodos, e alguns objetos se moviam como se tivessem vida própria. (Caso relatado por Fátima Regina Machado.)


4- São José do Norte, Rio Grande do Sul - Final do Séc. XIX


Sem motivo aparente, a casa de uma família - com duas crianças, um homem e sua mulher - começou a ser apedrejada. Um grande número de pessoas cercaram a casa e observaram, mesmo em plena luz do dia, e ninguém conseguia saber de onde partiam as pedras que quebravam as vidraças e perturbavam os moradores. A suposta causa seria a presença de Benito Juárez (arqui-inimigo dos imperadores Maximiliano I, do México; e Napoleão III, da França) que teria reencarnado no morador da casa, Otávio Peixoto(que morreu em 1920), e provocado a revolta dos espíritos dos imperadores em questão, que haviam descoberto sua localização.


5- Jaboticabal, São Paulo - Dezembro de 1965


Uma respeitável família católica tornou-se o centro de uma atividade poltergeist maliciosa e violenta. Para começar, pedaços de tijolos começaram a cair dentro da casa, aparentemente do nada. Um padre local tentou um exorcismo, mas isso só piorou as coisas. Um vizinho, João Volpe, dentista, que tinha estudado assuntos psíquicos, tornou-se interessado e visitou a casa em 21 de dezembro. Ele logo percebeu que o foco dos distúrbios era uma menina tranquila e bonita de 11 anos de idade chamada Maria José Ferreira, que dormia no quarto dos empregados. Volpe achava que ela era um meio natural para justificar tais eventos e a levou para sua casa para ver o que podia fazer. Nada aconteceu por uns dias, mas então os bombardeios de pedras e ovos começaram, aparecendo do nada e voando pelos quartos. Mais tarde Volpe havia contado 312 pedras que tinham caído dentro de sua casa desde que Maria chegou. Nem todas essas pedras eram pequenas, como é frequentemente num caso de poltergeist - uma delas pesava 3,7 quilos.
Em uma ocasião, uma grande pedra apareceu e começou a descer do teto, depois ela se partiu em dois pedaços a cerca de quatro metros do chão. Quando alguém pegou as duas peças, elas pareciam se encaixar como se fossem magneticamente atraídos uma pela outra. Maria começou a se acostumar com a atividade frenética, e foi mesmo capaz de pedir a presença invisível de um doce, uma flor ou algum outro item pequeno, que ele apareceria imediatamente a seus pés. Mas , por alguma razão o poltergeist mudou seu caráter e um dia recomeçou a confusão na casa. Por quase três semanas pratos, copos e vasos de flores, mesmo pesados, ??foram lançados ao redor da casa em todas as direções. Todos os utensílios de mesa foram quebrados, móveis foram jogados e fotos foram arrancadas das paredes e atiradas em outras salas. Em uma ocasião, duas pessoas testemunharam um prato de vidro da cozinha e um espelho do quarto se cruzarem no ar antes de prosseguir para o quarto e cozinha, respectivamente.
Em seguida, Maria se tornou o alvo de ataques ferozes. O poltergeist repetidamente batia nela, dando-lhe tapas no rosto ou na parte inferior, deixando hematomas por todo seu corpo. Ele jogou cadeiras para ela, um grande sofá, e até mesmo um cilindro de gás que tinha sido arrancado da parede. Aparentemente, ele também tentou matá-la por asfixia enquanto ela dormia, forçando xícaras ou copos sobre a boca e narinas. Agulhas foram encontradas, às vezes, presas profundamente à carne de seu calcanhar esquerdo, mesmo quando ela tinha sapatos e meias. Uma vez, 55 agulhas tiveram que ser removidas. Quando bandagens foram colocados em seu calcanhar, elas foram arrancadas, sem os nós serem desatados.
As coisas pioraram. Em 14 de março de 1966, Maria estava comendo seu almoço escolar, quando as roupas dela de repente pegaram fogo, aparentemente provenientes de uma pequena marca redonda que parecia ter sido causado por um cigarro. Na mesma tarde o quarto de Volpe explodiu em chamas. A esse ponto, Maria vivera com Volpe por cerca de um ano durante o qual os fenômenos diminuiram um pouco, mas nunca pararam completamente. Finalmente, em uma última tentativa desesperada para encontrar uma cura, Volpe a levou para um centro espírita.
Um espírito veio e falou por meio de um respeitado medium, Chico Xavier, e anunciou: "Ela era uma bruxa. Muita gente sofreu e eu morri por causa dela. Agora vamos faze-la sofrer também..." De volta à casa de Volpe, haviam orações especiais e apelo à guias espirituais, que impediam qualquer ataque mais grave contra a menina, ainda assim ele não conseguiu parar a atividade poltergeist completamente. Pedras, frutas e legumes ainda voaram em torno da casa quando Maria estava presente. Pensando que não havia mais nada a ser feito, a menina foi mandada de volta para morar com a mãe. Um dia, em 1970, quando ela tinha quinze ou dezesseis anos, Maria cometeu suicídio por ingestão de formicida misturado com um refrigerante, e morreu quase que instantaneamente.


6- Porto Alegre, Rio Grande do Sul - 1988


Durante mais de dois anos, o fenômeno envolveu toda uma família, que presenciou, entre outras coisas, cenas de fogo espontâneo e objetos "voando" soltos no espaço. Philippe van Putten, da Revista Planeta, esteve no local, relatando o que viu; "(...)Sob os auspícios da ABP - Academia Brasileira de Paraciências -, voamos para Porto Alegre, Rio Grande do Sul, com o propósito de promover levantamentos preliminares acerca do fenômeno. Na manhã de 17 de maio de 1990, com o apoio de uma equipe da RBS TV Gaúcha, seguimos para a Vila Santa Rosa, bairro da periferia de Porto Alegre. Entramos numa ruela de barro e paramos diante da humilde moradia onde estranhos fenômenos vinham sendo observados. Poucas semanas antes, a equipe da RBS TV Gaúcha conseguira filmar uma parapirogenia segundos após a sua eclosão. Na mesma época, um câmera do Sistema Brasileiro de Televisão (SBT) registrou o momento em que a roupa de uma das moradoras da casa começou a pegar fogo.
As duas gravações tornaram-se documentos muito importantes, uma vez que o poltergeist é, normalmente, muito evasivo, cessando repentinamente diante de câmeras e de pesquisadores.(...) Na casa, fomos recebidos por Blonilda Andrades Cardoso, de 55 anos, que pacientemente nos descreveu os acontecimentos. Blonilda, dona da casa, nos acompanhou pelos pequenos cômodos, mostrando a quantidade assustadora de danos causados pela parapirogenia e pelo "quebra-quebra" de objetos lançados por forças paranormais. No terreno em que estávamos existem três construções: uma de alvenaria, à entrada, que ainda está pronta, e outras duas nos fundos - uma de alvenaria e outra de madeira. Nas duas casas dos fundos o fogo paranormal danificou colchões, lençóis, cobertores e quase todas as peças de roupa da família. Jorge Luís Andrades, filho de Blonilda, teve de pedir emprestadas para poder ir trabalhar. Na casa de madeira em que mora Mirian Andrades de 35 anos, irmã de blonilda, nem a máquina de costura escapou do fogo.
Blonilda e seus familiares perderam quase tudo em função da parapirogenia e do vôo dos objetos. Em casos como esse, em geral existe um epicentro humano, isto é, uma pessoa que, inconscientemente, atua como vetor das forças do poltergeist. Segundo Blonilda Andrades, desde 10 de maio os fenômenos que vinham ocorrendo na casa cessaram. Naquele mesmo dia, Marli, uma moça que morava com a familia, viajou para Alegrete, no interior gaúcho. A partir dessas informações, foi fácil detectar o epicentro do poltergeist.Concentrando a atenção no histórico do convivio da jovem com a família, descobrimos que os primeiros fenômenos foram observados ao redor de março de 1988, poucos meses após o início da relação entre eles. Marli Freitas de Oliveira, de 26 anos, namorada de Jorge Luís Andrades, parece levar consígo o poltergeist para todos os lugares em que vai. Ela e o namorado moravam num casebre, nos fundos de um terreno que fica quase em frente ao de Blonilda. Naquele terreno, numa casinha de madeira, cerca de 10 metros distante da moradia de Marli, residem Inês Darolt Cardoso, seu marido Jean Danilo Cardoso (também filho de Blonilda) e Gislaine Darolt Cardoso, de 6 anos, filha do casal.
O poltergeist foi observado em todas as casas da família, mesmo quando Marli se encontrava distante, do outro lado da rua. Curiosamente, o fenômeno não se propagou para nenhuma das casas vizinhas, permanecendo restrito aos ambientes habitados pelos dez componentes da família. Quando tudo começou, em 1988, a parapirogenia não ocorria. Os fenômenos se limitavam ao deslocamento paranormal de objetos. O fogo foi visto pela primeira vez em 25 de março de 1990. Em todas as casas, móveis e utensílios foram vistos "voando" e dançando sozinhos. Já em março de 1988, Blonilda acompanhara as andanças de um copo sobre a mesa e os movimentos ordenados das cadeiras, que se moviam como se tivessem inteligência. A parapirogenia nas quatro casas costuma ser precedida por um cheiro de queimado. O odor surge antes da fumaça e do fogo, colocando todos em alerta. Na casa de Blonilda, um armário incendiou-se por inteiro, queimando uma parte do teto. A combustão se dá até quando Marli está dormindo. Numa ocasião, o próprio colchão em que ela estava começou a queimar e o fogo chegou a atingi-Ia no pescoço. Apesar de o fogo espontâneo ser usualmente apagado com água, Inês e Bionilda disseram que, em muitas ocasiões, viram a roupa molhada, pendurada no varal, começar a queimar. Certo dia, a combustão ocorreu em roupas que estavam sob a chuva.
Quando chegamos à Vila Santa Rosa, Marli, o epicentro, estava em Alegrete. Mais tarde soubemos que o poltergeist a acompanhara até lá. A moça, de acordo com as declarações dos amigos e dos vizinhos, é muito boa e se dá bem com todos. Aparentemente, mostra-se calma e não arruma confusão com ninguém. É um pouco introvertida e não aprecia falar sobre a sua vida. Apesar do convivio de quase dois anos, ninguém soube esclarecer aspectos sobre o seu passado. Não sabiam dizer, por exemplo, se Marli tinha uma opção religiosa, nem se é uma pessoa interessada por cultos que lidem com fenômenos psiquicos. Lucrécia Santa Rosa, de 17 anos, filha de Blonilda, parece ter sofrido efeitos de indução parapsicológica através do contato com Marli. Lucrécia não somente presenciou, inúmeras vezes, parapirogenias e deslocamentos de objetos pelo ar, como também ouviu vozes e foi atacada. Na casa de Inês e Jean, a porta do banheiro e os móveis de cozinha sofreram fortes estragos por presenças invisíveis. Lucrécia já viu roupas suas voando e teve um colar arrancado do pescoço sem que ninguém estivesse por perto. Na escola, sentiu empurrões e leves chutes nas pernas. Com a viagem do epícentro para Alegrete, não sentiu mais nada. Lucrécia ouvia vozes de crianças chorando e pedindo ajuda. Isso levou todos a pensarem na hipótese de estarem sofrendo uma intervenção espiritual de entidades psi-teta (inteli-gências invisíveis e autonomas). Passaram a crer que Marli deve ser médium, ou então que é alguém servindo como alvo de zombaria para espíritos malévolos."


7- Santa Rosa, Rio Grande do Sul - 1988

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Leonice Fitz então com 13 anos de idade conseguia movimentar objetos, estourar lâmpadas, e até mesmo manter estranhos ‘diálogos’ com ruídos que se originavam nas paredes de sua casa. Isso fez com que em pouquíssimo tempo Leonice ficasse conhecida como “ A Paranormal de Santa Rosa” ou “A menina Poltergeist”, entre outros. Os fenômenos vieram a público em abril de 1988, quando o jornal “Zero Hora” estampou em sua capa, uma foto da menina erguendo o colchão de sua cama sem toca-lo. De acordo com sua mãe, Ema, hoje com 64 anos, desde bebê ela já mantinha um comportamento esquisito. Quando em idade escolar, divertia-se fazendo brincadeiras de mau-gosto com os colegas, como fazer voar os bonés dos meninos pelas janelas da sala de aula, e fazer com que pedras da estrada levitassem dançando pelo ar no caminho para casa.
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O pai, Arnildo Fitz, falecido em 2003, aos 57 anos, relatava que o caso havia se agravado em Novembro de 1987, quando fatos assustadores passaram a acontecer. Papéis picados apareciam do nada em baixo da cama da filha, lâmpadas piscavam freneticamente e explodiam logo em seguida, baldes de água se locomoviam sozinhos e colchões se contorciam até dobrar ao meio. E somente Arnildo era capaz de, com olhares, exercer algum poder sobre as ‘atividades’ de Leonice, assim evitando que ela despedaçasse o restante das louças, que voavam de encontro a parede mais próxima. Relatos de familiares, vizinhos e amigos constatam que o fato é mesmo verdadeiro, e que na passagem da infância para adolescência para ela era tudo brincadeira, mas com o amadurecimento, foram se tornando incômodas as especulações dos curiosos, a falta de privacidade e a peregrinação que faziam em frente à sua casa. Com a proporção que os acontecimentos foram provocando, a prefeitura de Santa Rosa pediu ajuda ao padre e parapsicólogo, Edvino Friderichs, que tratou dela até o fim dos anos 80.
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- O problema é que ela acha graça quando isso acontece, sem levar em conta que se trata de um desequilíbrio físico e psíquico. - Ressalta o Padre.
Padre Friderichs tentou ensiná-la a controlar o porão obscuro da mente. Não tardou para que com isso uma verdadeira invasão da humilde casa onde moravam fosse desencadeada: Havia mais de 100 pessoas que faziam de tudo para poder espiarem o que estava ocorrendo dentro da casa. Uns subiam até em mesas e cadeiras. A BM foi chamada para bloquear a estrada, enquanto se faziam os métodos de relaxamento muscular, que segundo o Padre, iriam acabar com os fantásticos e raros fenômenos. Não adiantou. Ela seguiu conversando com o além, o interlocutor preferido era o tio-avô Otto Fitz, a quem se atribuíam façanhas como hipnotizar serpentes e adormecer touros bravios. Enquanto Leonice falava, a alma do antepassado percutia as respostas codificadas na parede. Na época o padre tinha 72 anos. Os fenômenos, segundo ele, eram provocados pelo poder de sua mente, ou seja, um sexto-sentido anda pouco usado pelos humanos mas que algumas pessoas teriam mais desenvolvido.
Na fase adulta, não parava nos empregos de doméstica, parecia uma feiticeira de avental a assustar as patroas. Numa ocasião, o ferro de passar roupa esquentou, embora estivesse desligado. Em outra, as bocas do fogão a gás se acenderam sem que fossem acionadas. Leonice manteve um consultório espiritual por 10 anos. Assegurava que seus dotes eram usados para curar pessoas com distúrbios, possessas, que vinham até do Paraguai e da Argentina. Um dos pacientes mais endiabrados foi um rapaz de Porto Mauá, que atearia fogo em galpões tendo por combustível a força do pensamento. Um pouco antes de adoecer (Leonice Fitz faleceu em 2010 aos 34 anos vítima de câncer nos ossos). Leonice surpreendeu seu marido, o jardineiro Armindo Herzog, 57 anos. Os dois foram ao supermercado, Armindo trancara a porta da casa e metera a chave no bolso. Durante as compras, ela avisou:
— Ó, acabei de abrir a nossa casa.
— Não pode. A chave está comigo — protestou o marido.
Ao voltarem, o boquiaberto Armindo deparou-se com a porta escancarada. E não foi obra de ladrões — garantiam os dois. Em entrevista cedida pouco antes do falecimento, a Leonice enferma não gostava de lembrar-se da Leonice menina, que atraiu exorcistas, caçadores de fantasmas, aloucados e multidões de curiosos ávidos por assistirem a mesas gravitando como espaçonaves.
— Por que tive de ser diferente dos outros? — penalizava-se. E será que os poderes paranormais continuaram ativos?
Antes de responder, ela acende mais um cigarro - a média era um a cada 10 minutos — apontando para a luz que iluminava o quarto, disse:
— Se quiser, desligo aquela lâmpada, eu desligo. Mas tenho medo de fazer isso e não parar mais. Aí, quem vai me ajudar?
(Obs.: Fátima Regina Machado e Wellington Zangari são pesquisadores, especialistas no fenômeno poltergeist ou RSPK (psicocinesia recorrente espontânea), como é tecnicamente chamado em Parapsicologia, que apresentaram resumidamente três casos investigados pessoalmente por eles no Estado de São Paulo.)


8- Periferia da Zona Leste, São Paulo - 1983


Uma família entrou em contato com Zangari a fim de esclarecer a respeito de eventos peculiares que ocorriam em sua residência. Assim, o pesquisador esteve presente durante uma semana inteira no local a fim de verificar o que estaria realmente acontecendo. Segundo testemunhas, "(...) Objetos sumiam para aparecer posteriormente do lado de fora da casa, vultos escuros eram vistos, brisas geladas eram percebidas em determinados pontos da residência e colchões, móveis e roupas eram queimados sem que ninguém tivesse colocado fogo neles. Tudo acontecia às vistas dos moradores da casa (pai, mãe e três filhos) sem que ninguém fizesse o menor movimento. A família, que era espírita, acreditava que tudo fosse causado pela ação de espíritos desencarnados, que agiam por intermédio do filho mais velho, então com 12 anos de idade. Apesar da explicação religiosa encontrada pela família, aceitaram que um pesquisador acompanhasse o caso." Ocorrências foram diretamente observadas pelo pesquisador. A primeira e mais impressionante aconteceu enquanto a família oferecia um lanche à Zangari na cozinha da casa e conversavam a respeito do caso.
Até aquele momento, o pesquisador não observara nenhum evento poltergeist e preparava-se para deixar o local. Então, de repente, a tampa do bule de alumínio que estava sobre a mesa começou a girar violentamente, deu um salto, bateu no teto e voltou à mesa. Todos ficaram atônitos. Nenhuma fraude foi detectada, o que não significa que todos os eventos narrados anteriormente fossem genuínos. “Os fenômenos pareciam estar relacionados ao filho de 12 anos. O garoto dizia ser capaz de se comunicar com os vultos que, segundo ele, faziam exigências absurdas: mudar de casa, trocar de carro, deixar o garoto ficar em casa em vez de ir à escola... As exigências eram atendidas, pois a família temia a represália dos espíritos. O pesquisador verificou que aparentemente os fenômenos eram utilizados inconscientemente pelo menino como forma de livrar-se de obrigações e também para satisfazer seus desejos e dominar a família.
Sendo então estudante de Psicologia, o pesquisador iniciou uma orientação familiar com a finalidade de discutir e redefinir os papéis familiares. À medida que o relacionamento familiar foi recuperando o equilíbrio, os fenômenos foram escasseando até cessarem.” A família preferiu, então, retornar ao acompanhamento espírita ao qual recorrera no início do caso e perderam o contato com o pesquisador.


9- São Paulo - 1994


Estando em São Paulo, capital, Wellington Zangari ouviu pelo rádio notícias a respeito de “fogos espontâneos misteriosos” que estariam ocorrendo em uma cidade interiorana do Estado. Relatou a notícia a Fátima Regina Machado e ambos decidiram ir até o local e verificar se seria possível realizar uma investigação sobre os ditos “fogos misteriosos”. Não foi difícil encontrar o local das ocorrências, pois toda a cidade sabia do episódio e o lugar já se tornara uma espécie de “atração turística”. O padre local ajudou os investigadores a entrarem em contato com a família que habitava a casa onde os fogos surgiam. Uma primeira entrevista foi agendada para aquele mesmo dia. A família, composta por marido, esposa e dois filhos, uma criança com cerca de seis meses de idade e a outra com cerca de uma ano e meio de idade. Nesse primeiro contato, os pesquisadores se apresentaram, falaram de seu trabalho e, basicamente, colheram dados sobre as ocorrências.
O marido estava muito preocupado. Ganhava pouco, a casa era simples, não tinham muita coisa e aqueles pequenos incêndios estavam destruindo o pouco que tinham, como roupas, panos de prato, cortinas, móveis, revistas e papel higiênico. A esposa era quem estava sempre presente e geralmente identificava os focos de incêndio. As crianças eram muito pequenas e não entendiam o que acontecia. A esposa supunha que aquele fogo, assim como a queda de certas pedras que, segundo ela, foram atiradas “misteriosamente” em seu quintal, e o sumiço de dinheiro seriam fruto da ação de espíritos ou entidades que estariam habitando o local. O marido não sabia como explicar aqueles fatos. O padre tentava tranqüilizá-los e confortá-los através da ajuda espiritual. Nesse primeiro encontro, esses foram os dados levantados. Os pesquisadores passaram dois dias na cidade. Deixaram seu telefone para contato, pedindo para serem informados se as ocorrências se repetissem. Então, retornaram à capital.
Cerca de três dias depois, a "esposa" telefonou aos pesquisadores pedindo socorro, pois os incêndios tinham-se intensificado. Machado e Zangari, acompanhados do Dr. Paulo Urban, médico psiquiatra e, na ocasião, membro do antigo Eclipsy (hoje, Inter Psi) dirigiram-se novamente ao local das ocorrências, onde permaneceram por três dias. Fizeram um levantamento da história de vida do casal envolvido nas ocorrências, ouviram a versão de vizinhos e presenciaram muitos incêndios supostamente espontâneos, sempre detectados pela "esposa". De acordo com tudo o que foi observado, somando-se o testemunho de vizinhos e as características dos depoimentos dados pelo casal, os pesquisadores desconfiaram tratar-se de uma fraude.
Assim, deixaram uma câmera de vídeo ligada registrando todos os movimentos de um determinado local sem que o casal soubesse, enquanto estavam lá aguardando que novos incêndios ocorressem. Efetivamente esses incêndios ocorreram e flagrou-se a fraude, que está registrada. A "esposa", diante da filmagem, confirmou sigilosamente em um depoimento gravado que estava descontente com seu casamento e estava disposta a acabar com tudo. O padre que acompanhava o caso teve uma longa conversa com ela e dissuadiu-a a continuar utilizando desses artifícios para resolver seus problemas, caso contrário, teria que entregar o caso à polícia, pois ela estava colocando em risco a vida de sua família. Os pesquisadores sugeriram um acompanhamento e uma terapia psicológica para a mulher. Decidiu-se omitir do "marido" a constatação da fraude e sua autoria, pois caso ele tivesse acesso a essa informação, as conseqüências poderiam ser trágicas. Segundo informações fornecidas pelo padre tempos depois, não houve mais ocorrências de “fogos misteriosos” naquela casa.


10- Zona Sul de São Paulo - 1996


Machado e Zangari receberam um chamado de uma jovem mulher (JM) que vivia na Zona Sul da capital paulista. Ela descreveu brevemente eventos que lhe pareciam estranhos e aconteciam com certa freqüência em sua residência há algum tempo. Tratava-se principalmente da quebra de copos e pratos de vidro, do aparecimento e desaparecimento de objetos e da ligação espontânea do rádio-relógio e do aparelho de som. Uma primeira visita foi agendada. Nessa visita, os pesquisadores apresentaram sua forma de trabalho, garantiram o sigilo quanto à identidade das pessoas envolvidas no caso através da assinatura em duas vias de um termo de compromisso, colheram depoimentos sobre as ocorrências e agendaram um novo encontro para dali a dois dias. Na residência, um apartamento de dois quartos, sala, cozinha banheiro e área de serviço, vivia um casal sem filhos: JM, a esposa com 36 anos de idade, e LK, o marido com 53 anos de idade. As ocorrências começaram com fortes estalidos que o casal ouvia, vindos da cozinha enquanto ambos assistiam à TV.
Na cozinha, aparentemente nada de estranho havia ocorrido, mas depois verificaram que o copo usado por LK para tomar sua habitual dose de uísque antes do jantar estava em pé em cima da pia, mas quando tocado, partia-se. O fundo saia, como se tivesse sido cortado com diamante. Isto aconteceu por várias vezes, sempre com o copo utilizado por LK. Por duas vezes, em madrugadas de terça para quarta-feira, às três horas da manhã, o casal foi acordado na primeira vez pelo rádio-relógio do quarto que ligou-se sozinho e, na segunda vez, pelo aparelho de som da sala - “xodó” de LK - que ligou-se sozinho no último volume. Vale dizer que o rádio relógio fica no criado mudo do lado em que LK dorme. Uma fronha amarela, com velcro, típica de travesseiro de criança apareceu, segundo o casal, misteriosamente no quarto deles. Um conjunto de vasos de violetas preso a um suporte único que ficava no banheiro desprendeu-se misteriosamente, sem romper as correntes e sem danificar o suporte preso à parede, indo espatifar-se no chão.
Nenhuma janela estava, então aberta; não havia correntes de ar. Um prato, utilizado por LK para jantar e depositado sobre a pia, foi encontrado no dia seguinte: parte em cacos dentro da pia, limitando-se a um dos lados da cuba, e outra parte, meia borda, no chão, virada para baixo, como que cortada com um diamante. Foram realizadas, ao todo, três visitas de cerca de três horas ao local. Essas visitas ocorreram em um intervalo de vinte dias. Desde que os pesquisadores começaram a lidar com o caso, nenhum dos eventos descritos ou qualquer outro do mesmo tipo voltou a acontecer. Depois de longas conversas com o casal acerca de seu relacionamento e de seus hábitos de vida - detalhes que não cabe aqui colocar, não só pelo limite de espaço, mas também pelo sigilo assumido - concluiu-se que JM desejava ardentemente ter um filho e LK, que a princípio resistia a essa idéia, depois passou a não dar importância a ela.
O casal confessou que discutia freqüentemente sobre o assunto e JM colocava no marido a culpa por não conseguir engravidar. Ela, que tentava engravidar há meses e não conseguia, fez uma série de exames e constatou ter perfeitas condições físicas para ser mãe. Pediu ao marido para que fizesse exames para verificar se tinha algum problema. Ele recusava-se a fazê-los. Para JM, uma família só seria completa se composta por pai, mãe e filhos. Ela conserva o segundo quarto da casa decorado como um quarto infantil, cheio de brinquedos e bonecas. Demonstrou ter muito ciúme especialmente de uma boneca, não permitindo nem que a pesquisadora a tocasse. As ocorrências narradas pareciam todas traquinagens de criança. Aparentemente, JM estaria punindo LK por seu desinteresse em ter filhos, quebrando e bulindo com suas coisas. Quando deu-se conta disso, JM ficou estarrecida. Depois de uma breve terapia de casal, LK disse que faria os exames e ambos se comprometeram a realizar exames encefalográficos para serem arquivados junto com os dados colhidos. Foram aplicados testes psicológicos ao casal. Machado e Zangari ainda não receberam os EEGs prometidos. Até onde se tem notícia, os fenômenos cessaram.

fonte: poltergeistfa
Via: 

Venezuelanos reclamam de omissão do Brasil sobre violações de direitos humanos cometidas por Maduro

Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

O Brasil facilitou a exportação emergencial de artefatos explosivos, bombas de gás lacrimogêneo e equipamentos de segurança usados na repressão policial e paramilitar aos movimentos de protesto contra o governo da Venezuela. A oposição venezuelana investiga esta grave denúncia contra o governo petista brasileiro, em apoio logístico ao estado autoritário de direito de Nicolas Maduro – companheiro deles no Foro de São Paulo.

A oposição Venezuelana pretende cobrar de organismos brasileiros de defesa dos direitos humanos uma postura claramente crítica contra o governo Maduro. A reclamação geral é que poucas entidades brasileiras têm prestado solidariedade contra a censura à imprensa e cobrando providências contra graves violações contra civis na Venezuela. Até agora, o Itamaraty mantém um comprometedor silêncio sobre tudo de errado que acontece por lá, onde a convulsão social é real e objetiva, com violenta repressão do governo e de sua máquina ideológica revolucionária.

Venezuelanos denunciam que a força de repressora de Maduro conta com a colaboração de cubanos especializados em guerrilha e terrorismo urbano. Ontem, o advogado Luis Armando Betancourt, representante do Foro Penal Venezuelano no estado Carabobo, denunciou que vários estudantes detidos em Valencia, durante os protestos, foram vítimas de brutais torturas. Um deles teria sido vítima de sevícias com um cabo de fuzil automático.

A petralhada nada fala contra os abusos na Venezuela porque sonha em praticar o mesmo no Brasil, assim que houver condições revolucionárias...

Desrespeito total


Oposição Zé com Zé


Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus.

O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Independente, analítico e provocador de novos valores humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo, informação fidedigna e verdade objetiva. Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos.

A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 17 de Fevereiro de 2014.
http://www.alertatotal.net/2014/02/venezuelanos-reclamam-de-omissao-do.html
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