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domingo, 16 de fevereiro de 2014

Venezuela vive o caos. Dilma se cala e a imprensa brasileira não acompanha de perto os acontecimentos.

Redes de TV do Brasil omitem informações sobre os conflitos na Venezuela, coisa muito estranha e que nos deixa sobressaltados. Ha notícias sobre cerceamento das redes sociais e de perseguição ferrenha a oposicionistas. Jornalistas pedem que seus nomes sejam preservados por causa da perseguição do governo. Governistas agem com violência, sob a proteção de Maduro. Pelas redes sociais soubemos que 220 estudantes foram presos. A situação so vem se complicando desde a eleição de MADURO, que foi fortemente contestada pelo principal concorrente, Caprilles. Venezuelanos residentes no exterior se manifestam em solidariedade. (Ao lado manifestação em Dublin).
 
     O presidente Nicolas Maduro, usando um linguajar pobre, tipicamente esquerdista, diz que o líder oposicionista Leopoldo López é um FASCISTA e deve ser preso. “Em breve ele terá de conhecer o cárcere por seus crimes. Chova, troveje ou relampeje, o foragido fascista deve ir preso”. 
 
A batalha se segue também pelas redes de computadores, o grupo nounymous tem divulgado vários documentos oficiais do governo, especialmente das agências de informações, como pedidos de munições e nomes de membros das redes do governo. O próprio Governo da Venezuela denunciou que 61 páginas de Internet de instituições oficiais foram atacadas pelo movimento Anonymous nas últimas 48 horas, e que foram extraídos dados e realizadas operações que qualificou como parte de uma «guerra informática». William Castillo, diretor da Conatel, disse que os ataques cibernéticos contra o governo não partem somente da Venezuela, elem vêm de todo o mundo.
 
   A noite desse sábado (15) e começo da madrugada de hoje (16) foi marcada por intensos protestos na Venezuela. Manifestantes concentraram-se nas ruas de algumas cidades do país. A imprensa local divulgou que ao menos 23 pessoas ficaram feridas em Chacao, capital do estado de Miranda, reduto oposicionista e que houve confrontos entre manifestantes e policiais.  
 
   Em ritmo intenso, com inúmeras postagens,usuários do Twitter trocaram informações sobre o paradeiro de jovens, supostamente detidos ao longo da noite e denunciaram suspeitas de “desaparecimento” de manifestantes.
 
   Usuários das redes sociais também publicaram fotos de pessoas feridas com balas de borracha. Na versão deles, pela Guarda Nacional Bolivariana, que teria usado também gás lacrimogêneo para dispersar as manifestações. Algumas fotografias expressaram reações policiais violentas. A imprensa local foi comedida na publicação de imagens, mas relatou os acontecimentos assim como a prefeitura de Chacao, que denunciou que bancos foram danificados e tiveram vidraças quebradas e fachadas danificadas.
 
De um lado, o governo denuncia um plano golpista da extrema direita e acusa grupos “fascistas” de estarem provocando o caos. Do outro, a oposição insiste na existência de infiltrados, apoiados pelo próprio governo para responsabilizar os opositores.
 
O oposicionista Leopoldo López, procurado pela polícia continuava foragido até a madrugada de hoje. De acordo com a imprensa a residência dele e a dos pais dele teriam sido revistadas por policiais após as 23h desse sábado.
Mais cedo, a Mesa da Unidade Democrática, que reúne partidos de oposição, informou que 112 pessoas que estavam presas desde a última quarta-feira foram liberadas, mas que ainda havia pelo menos 47 jovens detidos em diferentes penitenciárias do país.
 
Jornalistas que vivem em Caracas conversaram na noite de ontem com a Agência Brasil . Eles preferiram que seus nomes não fossem revelados, e afirmaram que a situação é muita confusa e que é difícil discernir o que está realmente acontecendo. “Não é possível fazer uma leitura precisa do que está ocorrendo”, afirmou uma correspondente brasileira. Ela disse que os argumentos se confundem, há “teorias conspiratórias” e um clima de “terror e medo” no país. Um jornalista venezuelano acrescentou que "de ambos os lados, situação e oposição, há evidências que poderiam justificar as acusações”.


Fonte: 

Bebidas energéticas: porta para álcool e drogas

Um novo estudo descobriu que as bebidas energéticas podem ser uma espécie de porta de entrada ao fumo, álcool e uso de drogas por adolescentes. 


O estudo, que foi publicado na edição de janeiro / fevereiro do Journal of Addiction Medicine, descobriu que quase um terço dos adolescentes norte-americanos bebem bebidas energéticas de alto teor de cafeína. Esses mesmos adolescentes também relataram taxas mais elevadas de uso de álcool, drogas ou cigarro, descobriram os pesquisadores.

As mesmas coisas que levam os jovens a consumir bebidas energéticas, como estar "à procura de sensações radicais", pode também torná-los mais propensos a usar outras substâncias, de acordo com a nova pesquisa feita por Yvonne M. Terry-McElrath, MSA, e seus colegas do Instituto de Pesquisa Social da Universidade de Michigan, Ann Arbor.

A equipe de pesquisa analisou dados de cerca de 22.000 estudantes do ensino médio nos Estados Unidos. Em particular, a equipe analisou dados de estudantes do oitavo, décimo e décimo segundo ano. Os alunos eram participantes do estudo chamado "Monitorando o Futuro" da Universidade de Michigan, que foi financiado pelo Instituto Nacional sobre Abuso de Drogas.

Ao responder a questionários, cerca de 30 por cento dos participantes relataram consumir bebidas energéticas cheias de cafeína. Além disso, mais de 40 por cento disseram que beberam refrigerantes regularmente todos os dias, enquanto apenas 20 por cento disseram que bebiam refrigerantes diet diariamente.

O estudo descobriu que os meninos eram mais propensos a consumir bebidas energéticas que as meninas, e que o uso foi maior para os adolescentes sem os dois pais em casa, assim como aqueles com pais que eram menos educados. O que mais surpreendeu a equipe de pesquisa foi que os mais jovens (os alunos da oitava série) foram os mais propensos a consumir bebidas energéticas.

Fonte: Natural News


Via: http://noticias-alternativas.blogspot.com.br/2014/02/bebidas-energeticas-porta-para-alcool-e.html

Movimento estudantil desafia o chavismo na Venezuela

Universitários se mobilizaram após tentativa de violentar estudante
Milhares de estudantes protestaram nos últimos dois dias em Caracas contra o governo venezuelano, no maior desafio à liderança de Nicolás Maduro desde que ele assumiu o comando do país, após a morte de Hugo Chávez.
Apoiados por grupos de oposição, os estudantes pedem ação imediata contra os altos índices de criminalidade, a inflação e a falta de bens de consumo básicos.
Na quarta-feira passada, o protesto terminou em confronto e deixou três mortos - um manifestante pró-governo e dois estudantes, que se manifestavam contra a administração chavista - e dezenas de feridos.
A líder estudantil Gabriela Arellano, conselheira universitária da Universidade dos Andes, disse à BBC que os confrontos começaram quando grande parte dos mobilizados já tinham se dispersado em meio a rumores da chegada de governistas radicais conhecidos como "coletivos".
Pouco depois, homens em motocicletas chegaram atirando no resto da multidão.
"Era uma manifestação pacífica, mas lamentavelmente os grupos armados que o governo lidera transformaram o dia em luto", relembra a estudante de história de 26 anos, que afirma ter vídeos de vizinhos que demonstram o acontecido.
Arellano, ao lado de milhares de cidadãos a pé e representantes políticos de oposição, havia chegado à porta do Ministério Público para exigir a liberação dos estudantes detidos na semana passada nos protestos contra a insegurança, organizados em diferentes cidades do país.
Mas para o governo, os manifestantes são "fascistas" tentando dar um golpe de Estado como o de abril de 2002, quando o então presidente Hugo Chávez foi deposto por 48 horas após os episódios violentos registrados nos arredores do Palácio de Miraflores.
O presidente Nicolás Maduro pediu a seus apoiadores que vão às ruas no sábado "pela paz e contra o fascismo". Ele chegou a convocar uma manifestação para a última quinta-feira, mas poucos manifestantes compareceram.

Manifestação na quarta-feira | Foto: Reuters
Protesto da quarta-feira terminou em confronto que deixou três mortos
Maduro afirma que não será deposto, apesar de os manifestantes negarem qualquer intenção de dar um golpe de Estado.

Oposição?

Daniel Martínez, presidente da Federação de Estudantes da Universidade Simón Bolívar, explicou que os protestos das últimas duas semanas se devem à insegurança de que padecem os centros acadêmicos.
As manifestações começaram após uma estudante universitária sofrer uma tentativa de estupro. Rapidamente os protestos ganharam um teor antigoverno.
"Os protestos se intensificaram porque detiveram e reprimiram estudantes que se manifestavam pacificamente. Prenderam estudantes em menos de 24 horas", afirma Martínez, estudante de arquitetura de 23 anos.
A Federação de Estudantes, principal órgão estudantil do país, diz que doze dos universitários permanecem presos, mantidos a centenas de quilômetros de suas casas, tratados como delinquentes comuns e acusados de atos de terrorismo e outros crimes.
Determinados setores da oposição atenderam à convocação dos estudantes. Em especial Leopoldo López, ex-prefeito de Chacao e líder do partido Vontade Popular.

"Os estudantes são oposição ao status quo, sempre queremos que as coisas sejam melhores, mas isso não significa que sejamos a voz dos partidos de oposição, não somos um partido político."
Daniel Martínez, líder estudantil
Um dia depois do confronto, segundo a imprensa local, o governo emitiu uma ordem de prisão contra López, que foi acusado de incitação à deliquência, intimidação pública, danos à propriedade pública e até homicídio doloso qualificado.
Apesar de os estudantes reconhecerem que se opõem ao governo de Maduro, eles não querem ser chamados de "oposição".
"Os estudantes são oposição ao status quo, sempre queremos que as coisas sejam melhores, mas isso não significa que sejamos a voz dos partidos de oposição, não somos um partido político. Somos a voz de um país que pede mudanças", disse Martínez.
"Nos opomos à violência que vem do governo. Nos opomos à maneira como este governo administra as universidades. Nos opomos à maneira como este governo faz muitas coisas que fazem os venezuelanos sofrerem todos os dias."

Sempre nas ruas

Os universitários venezuelanos são historicamente a vanguarda dos protestos de rua no país e muitos de seus líderes chegaram a postos de poder.
Assim foi com o fim das emissões do canal Radio Caracas Televisión em 2007, durante a presidência de Chávez, quando os universitários lideraram as manifestações.
De fato, eles estão presentes sempre que acontecem mudanças políticas, como por exemplo durante a geração de 1928, quando surgiram líderes estudantis como o ex-presidente Rómulo Betancourt, que enfrentava naquele momento o regime de Juan Vicente Gómez.

Manifestação em Caracas | Foto: Reuters
Estudantes negam acusações de Maduro, que fala em "golpe de Estado"
Depois disso, os protestos estudantis levaram à derrubada do governo de Marcos Pérez Jimánez em 1958, além da presença quase constante dos jovens nos protestos populares que continuaram a acontecer no período de alternância entre os partidos Acción Democrática e Copei.
"Na história da Venezuela, os estudantes são a vanguarda, a consciência da sociedade pisoteada e oprimida. Hoje o governo é um partido que já está há 15 anos no poder, mas antigamente a universidade também era contestadora e crítica diante dos abusos", disse Arellano.
O presidente Nicolás Maduro acusou aos participantes dos protestos do 12 de fevereiro de querer provocar um golpe de Estados e os chamou repetidas vezes de "fascistas", mas os estudantes negam as acusações.
"Não somos golpistas, o que somos e representamos é a mudança que este país precisa. Falam de revolução, mas fazem o mesmo que governo anteriores. Falam de revolução e o país está cada vez pior. Os verdadeiros revolucionários são os estudantes que querem transformar este país", afirma Daniel Martínez.
"Sempre que alguém protesta por um direito, o governo sai com o discurso de que 'sofremos um golpe de Estado' ou que 'estão criando uma agenda oculta para desestabilizar'. Desestabilizada está a sociedade venezuelana que vive com medo e fazendo filas", disse a líder estudantil Arellano.
Ela afirmou ainda que "se o governo fizer as coisas bem, o povo voltará para suas casas". "Mas se o governo, ao invés de responder as exigências, aumentar a criminalização, a perseguição e as torturas, obviamente terá muito mais pessoas na rua", afirma.

FONTE:
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2014/02/140214_estudantes_venezuela_protestos_cc.shtml 


Via: http://illuminatielitemaldita.blogspot.com.br/2014/02/movimento-estudantil-desafia-o-chavismo.html

Hackers invadiram site da Forbes e teriam roubado dados de um milhão de pessoas

O ataque foi realizado por um grupo a favor do governo Bashar al-Assad na Síria
Exército Eletrônico da Síria realizou pelo menos 25 ataques desde 2011 Foto: Reprodução

O grupo de hackers Exército Eletrônico da Síria, invadiu o site da revista americana Forbes e teriam roubado um banco de dado que pode conter os acessos de um milhão de usuários da publicação de negócios. A informação foi publicada na conta do grupo no Twitter e confirmada pela Forbes em sua página noFacebook.

A Forbes não confirmou se realmente um milhão de usuários tiveram seus dados hackeados, no entanto, a revista aconselha a todos os seus usuários a “trocar a senha” como forma de “precaução”. Os hackers também acessaram a parte de publicações da revista e alteraram três matérias, além de postar a imagem “Hackeado pelo Exército Eletrônico Sírio” no blog da revista que está fora do ar.

O Exército Eletrônico da Síria, também conhecidos como Soldados Eletrônicos da Síria, é um grupo de hackers que apoia o governo de Bashar al-Assad e tem realizado ataques a diversos sites de jornais, empresas e instituições desde 2011 – como o Washington Post e o perfil da CNN no Twitter. Ainda não foi comprovada se existe relação entre o governo de Damasco e os hackers.

FONTE: Terra

Via:  http://illuminatielitemaldita.blogspot.com.br/2014/02/hackers-invadiram-site-da-forbes-e.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed:+IlluminatiAEliteMaldita+(ILLUMINATI:+A+ELITE+MALDITA)

Crianças expostas a número de produtos químicos que contribuem para distúrbios cerebrais , mais do que nunca

Um novo relatório revela o número de produtos químicos que contribuem para distúrbios cerebrais em crianças dobrou desde 2006
 
Nos últimos anos, a prevalência de distúrbios do desenvolvimento, como autismo , transtorno de déficit de atenção-hiperatividade (TDAH) , e dislexia dispararam. Embora uma maior consciência e diagnósticos mais sofisticados são em parte responsáveis ​​pelo aumento, os pesquisadores dizem que o ambiente em mudança em que os jovens crescem também podem estar desempenhando um papel.
Em 2006, cientistas da Escola de Saúde Pública de Harvard e da Escola de Medicina Icahn no Monte Sinai identificaram cinco produtos químicos industriais responsáveis ​​por causar danos ao cérebro - de chumbo, o metilmercúrio, bifenilas policloradas (encontradas em transformadores elétricos, motores e capacitores), arsênio (encontrado no solo e na água, bem como na preservação da madeira e pesticidas) e tolueno (usado no processamento de gasolina , bem como na pintura mais fino, unha polonês, e curtimento de couro). A exposição a estas neurotoxinas foi associado a alterações no desenvolvimento neuronal do feto, bem como entre as crianças, e com menor desempenho escolar, comportamento delinqüente, anormalidades neurológicas, e reduziu de QI em crianças em idade escolar.
MAIS: A ligação entre pesticidas e distúrbios de atenção?
Agora, os mesmos pesquisadores revisaram a literatura e encontrou seis produtos químicos industriais adicionais, que podem dificultar o desenvolvimento normal do cérebro. Estes são manganês, flúor, clorpirifós, diclorodifeniltricloroetano, tetracloroetileno, éteres difenil-polibromados e. Manganês, dizem eles, é encontrado em água potável e pode contribuir para reduzir as notas de matemática e hiperatividade elevada, enquanto que a exposição a altos níveis de flúor da água potável pode contribuir para uma queda de sete pontos no QI, em média. Os restantes produtos químicos, que são encontrados em solventes e pesticidas, têm sido associados a déficits no desenvolvimento social e aumento de comportamentos agressivos.
A equipe de pesquisa reconhece que não há uma relação causal entre a exposição a um único problemas comportamentais ou neurológicos e química - é muito difícil isolar os efeitos de cada substância química para chegar a tais conclusões. Mas eles dizem que o crescente corpo de pesquisa que está encontrando ligações entre os níveis mais elevados destes produtos químicos no sangue e urina e distúrbios cerebrais das mães grávidas em seus filhos deve levantar alarmes sobre quão prejudicial estes produtos químicos podem ser. O cérebro, em particular, o desenvolvimento, dizem eles, é vulnerável aos efeitos destes produtos químicos, e em muitos casos, as mudanças que eles provocam são permanentes.
"A conseqüência de tal dano cerebral é função [sistema nervoso central] prejudicada que dura uma vida e pode resultar em inteligência reduzida, como expresso em termos de pontos de QI perdidos ou interrupção no comportamento", escrevem eles em seu relatório, que foi publicado na revista Lancet Neurology.
Eles apontam para duas barreiras para proteger as crianças de tais exposições - teste não é suficiente de produtos químicos industriais eo seu impacto potencial no desenvolvimento do cérebro antes de serem colocados em uso generalizado, e da enorme quantidade de provas de que as agências reguladoras requerem a fim de colocar restrições ou limitações em produtos químicos. Mais controle de tais substâncias, segundo eles, ocorre após os efeitos negativos são encontrados entre os adultos, em crianças, o dano pode ser mais sutil, na forma de escores de QI mais baixos ou hiperatividade, que não possam ser considerados patológico ou perigoso. "Nossa grande preocupação é que as crianças de todo o mundo estão sendo expostos a produtos químicos tóxicos não reconhecidos que são silenciosamente corroendo inteligência, interrompendo comportamentos, truncando realizações futuras, e prejudicando as sociedades, talvez o mais sério nos países em desenvolvimento", escrevem eles. "É necessário um novo quadro de ação."

FONTE:
Time - Saúde e Família
Via: www.infowars.com 
http://illuminatielitemaldita.blogspot.com.br/2014/02/criancas-expostas-numero-de-produtos.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed:+IlluminatiAEliteMaldita+(ILLUMINATI:+A+ELITE+MALDITA)

Skynet: Netflix quer usar cérebro digital para melhorar recomendações

A Netflix anunciou nesta semana que trabalha para criar um cérebro virtual para melhorar as recomendações de filmes e séries. A empresa iniciou testes com uma rede de neurônios virtuais e no ramo da ciência chamado "Aprendizado Profundo", que consiste na criação de um conjunto de sistemas que geram uma espécie de cérebro virtual.
Em vez de usar infraestrutura própria, a Netflix contará com uma parceria com o setor de tecnologia corporativa da Amazon, chamado Amazon Web Services, para realizar essa tarefa. Todo esse processamento de dados será realizado por uma série de GPUs (placas gráficas), que são componentes usados em computadores para realizar tarefas de alto desempenho, como executar games.

Atualmente, as recomendações funcionam baseadas no gênero e no elenco do filme que o internauta acabou de assistir. Isso gera bons resultados, por exemplo, logo após assistir Matrix, o sistema prevê que você irá querer assistir os outros filmes da série - e depois, outros filmes de ficção científica ou com Keanu Reeves.
A nova tecnologia usada pela Netflix tem a capacidade de reconhecer padrões para que filmes realmente semelhantes sejam sugeridos.

fonte:http://info.abril.com.br/noticias/tecnologia-pessoal/2014/02/netflix-quer-usar-cerebro-digital-para-melhorar-recomendacoes.shtml


Via: http://illuminatielitemaldita.blogspot.com.br/2014/02/skynet-netflix-quer-usar-cerebro.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed:+IlluminatiAEliteMaldita+(ILLUMINATI:+A+ELITE+MALDITA)
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