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domingo, 17 de agosto de 2014

OTAN VAI RESPONDER MILITARMENTE SE A RÚSSIA INTERVIR!

Se a Rússia tentar se infiltrar tropas para um país da OTAN, mesmo sem uniforme militar oficial, como fez antes anexando a região ucraniana da Crimeia, a OTAN vai responder militarmente, disse o principal comandante da aliança, em uma entrevista publicada no domingo.

Soldados vestidos com uniformes sem marcas nacionais foram mobilizados quando a Rússia entrou na Criméia desde o final de fevereiro. Apesar do presidente Vladimir Putin inicialmente negar o envolvimento, ele admitiu em abril que as forças russas haviam sido ativo lá.

Kiev e os governos ocidentais estão agora à espera para ver se Moscou vai intervir para apoiar os rebeldes sitiados no leste. Alguns especialistas em defesa disseram que Putin também pode olhar para as antigas repúblicas soviéticas do Báltico, que têm minorias russas étnicas, como a Estônia ou a Letônia.

O general Philip Breedlove, da  Força Aérea dos EUA, Comandante Supremo Aliado da Europa na OTAN, disse que apesar da OTAN não ter planos de intervir na Ucrânia, aliado não-membro da OTAN, os países da OTAN na Europa Oriental tem necessidade para iniciar a preparação para uma possível ameaça de "homenzinhos verdes" - referindo-se aos soldados em uniformes sem identificação.

"Como é que vamos agora treinar, organizar, equipar as forças policiais e as forças militares de (aliadas) nações para serem capazez de lidar com isso?" disse ele, de acordo com uma transcrição de suas observações em Inglês fornecidos pela OTAN.

"Se vemos essas ações que acontecem em uma nação da OTAN e somos capazes de atribuí-las a uma nação agressora, que é o artigo 5 Agora, é uma resposta militar", disse ele.

Cláusula de defesa mútua da Otan diz que um ataque a um Estado-Membro é considerado um ataque contra a aliança como um todo (Artigo 5).

A crise da Ucrânia tem arrastado as relações entre a Rússia e o Ocidente ao seu ponto mais baixo desde a Guerra Fria e desencadeou uma rodada de restrições comerciais que estão sacrificando economias em dificuldades tanto na Rússia e na Europa.

OTAN tomou uma série de medidas para reforçar a sua presença militar na Europa Oriental desde o início da crise. São esperadas medidas de longo prazo a ser acordado em uma cúpula da OTAN no País de Gales, em setembro.


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