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domingo, 17 de agosto de 2014

NOVA GUERRA FRIA: RÚSSIA ENVIA TROPAS A FRONTEIRA DA UCRÂNIA, EUA ENVIAM TROPAS PARA EUROPA!

EUA enviam tropas para Europa. Rússia envia tropa para a fronteira da Ucrânia.
Ucrânia alerta OTAN para a Guerra!
Guerra da Ucrânia se transforma em nova guerra fria, com guerra de informações entre o Ocidente e parceiros da Rússia. Globo diz que está tudo bem, jornais estrangeiros dizem o contrário, veja todas as versões no Blog Sempre Guerra e tire suas próprias conclusões.
É, provavelmente, um confronto militar direto entre tropas russas e ucranianas na fronteira russo-ucraniana. Isto sugere a evolução das últimas horas: Uma nova coluna de veículos militares da Rússia com a inscrição "MC" A "manutenção da paz" vai no sentido da fronteira ucraniana. Estas imagens de documentos, as recepções noturnas de funcionários da ARD Studios Moscou a poucos quilômetros da fronteira com a Ucrânia. Também observaram do lado russo da fronteira, uma concentração de veículos militares russos, incluindo artilharia, sistemas BUK e tanques.
Está alimentando temores da liderança ucraniana e do Ocidente que a liderança russa poderia invadir com pretexto de uma missão humanitária no leste da Ucrânia com suas próprias tropas. Os separatistas pró-russos em Donetsk e Lugansk estão em situação cada vez mais difícil nos últimos dias, porque as tropas ucranianas estavam avançando cada vez mais perto de ambas as cidades.
Cerca de 600 soldados da 1ª Brigada do Exército, 1ª Divisão de Cavalaria, serão implantados na Polônia e nos Estados bálticos para ajudar a tranquilizar os aliados europeus que se sentem ameaçados por movimentos militares russos, o Pentágono anunciou na última quarta-feira.
As tropas e seus equipamentos - que incluem os tanques M-1 Abrams, veículos de combate de infantaria e veículos blindados - irão para a Europa em outubro para uma série de exercícios de treinamento de três meses.
Os soldados, com base em Fort Hood, Texas, vão substituir cerca de 600 pára-quedistas da 173 Brigada Aerotransportada do Exército, que tem sede em Vicenza, Itália. Os "soldados do céu" têm vindo a realizar exercícios com a Polônia, Letônia, Lituânia e Estônia desde abril como parte da contínua da Operação Atlantic Resolve.
Além de forças terrestres, os EUA também enviaram F-16 aviões de combate para a Polônia e participaram em missões de policiamento aéreo da OTAN nos países bálticos.
Os exercícios veio a pedido de países anfitriões, que temem uma Rússia ressurgente, que anexou a região de Crimeia da Ucrânia no início deste ano e continua a apoiar um movimento separatista pró-Rússia no leste da Ucrânia.
Durante meses, os militares russos tem reunido forças ao longo da fronteira com a Ucrânia e tem fornecido armamento avançado e outras formas de assistência aos rebeldes. 
As batalhas entre forças ucranianas e separatistas pró-Rússia foram diminutas neste sábado (16) e não há sinais de que o conflito tenha aumentado, depois de Kiev ter dito que destruiu parcialmente um comboio armado que cruzou a fronteira vindo da Rússia.
A informação da ocorrência do ataque na sexta-feira causou agitação no câmbio e nas bolsas europeias, com os mercados temendo de que o ataque pudesse mudar o conflito, transformando-o em uma guerra aberta entre Moscou e Kiev, que é apoiada pelo Ocidente.
Mas Moscou não deu sinais de retaliação, dizendo ser uma “fantasia” relatar que seus veículos tinham cruzado a fronteira. Em Washington, a Casa Branca disse que não podia confirmar se os veículos russos foram atacados.
Em solo, os conflitos voltaram neste sábado ao padrão que vêm seguindo nas últimas semanas. Kiev afirmou que equipamentos militares estão entrando na Ucrânia a partir da Rússia, e rebeldes disseram ter atacado tropas ucranianas.
O conflito na Ucrânia fez as relações entre Rússia e o Ocidente atingirem o pior patamar desde a Guerra Fria, e causou uma série de restrições comerciais que estão prejudicando as economias russa e da Europa.
A Organização das Nações Unidas (ONU) disse nesta semana que cerca de 2.086 pessoas morreram no conflito, e quase 5.000 ficaram feridas.
Nas últimas horas, forças ucranianas avistaram aviões não tripulados e um helicóptero russo cruzando ilegalmente o espaço aéreo ucraniano.
Rebeldes ucranianos estão recebendo novos veículos blindados e combatentes treinados na Rússia, com os quais planejam contra-atacar as forças do governo, disse um líder separatista em um vídeo divulgado neste sábado (16).
Alexander Zakharchenko, primeiro-ministro da autoproclamada República Popular de Donetsk, disse que rebeldes estão em processo de receber 150 veículos blindados, incluindo 30 tanques, e 1.200 combatentes que, segundo ele, passaram quatro meses em treinamento na Rússia.
"Eles estão chegando no momento mais crucial", disse o separatista em um vídeo gravado na sexta-feira. Ele não detalhou de onde os veículos viriam.
Os rebeldes, que perderam terreno para forças do governo nas últimas semanas, têm prometido uma contraofensiva há vários dias que ainda não se concretizou.
O ministro de Relações Exteriores da Ucrânia, Pavlo Klimkin, pediu que a Otan e a União Europeia ofereçam ajudam militar às tropas ucranianas que lutam contra separatistas pró-Rússia e disse que a aliança militar ocidental precisa encontrar uma nova estratégia em relação a Kiev.
Klimkin disse a uma rádio alemã que a União Europeia e a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) precisam avaliar o que podem e irão fazer se as regras forem quebradas, acrescentando que este foi o caso quando a Rússia anexou a península da Crimeia em março, sendo também verdade em relação às ações da Rússia em Donetsk e Luhansk mais recentemente.
Os Estados Unidos pediram para os russos pararem com as "provocações" na Ucrânia, denunciando um aumento de atividades russas para desestabilizar o governo de Kiev nas últimas semanas. Segundo a porta-voz do Conselho de Segurança Nacional, Caitlin Hayden, essas atitudes são "extremamente perigosas e provocatórias".    
"A Rússia não tem nenhum direito de enviar para a Ucrânia veículos, pessoas ou materiais de qualquer tipo, com qualquer pretexto, sem ter a autorização do governo ucraniano", disse Hayden se referindo ao comboio de ajuda humanitária que Moscou está enviando para as regiões de Donetsk e Lugansk.
Os ministros de Relações Exteriores da União Europeia (UE) reiteraram nesta sexta-feira (15) o apoio à soberania e integridade territorial da Ucrânia, apelando pelo fim das ações "hostis" realizadas pela Rússia na fronteira com a Ucrânia, especialmente o "fluxo de armas, consultores militares e forças armadas".

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