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sexta-feira, 23 de maio de 2014

Na surdina e por tabela, PT oficializa aborto nos hospitais pelo Brasil e o SUS pagará R$443 por procedimento

Publicado por  em 23 maio
**A Portaria 415 do Ministério da Saúde, publicada na quinta-feira (22), oficializou o aborto nos hospitais do Brasil, e o Sistema Único de Saúde pagará R$ 443 pelo procedimento.
(Lobo em pele de cordeiro) O caso acabou por pacificar o problema muito discutido e  a muito tempo pelos tribunais superiores, que por falta de legislação específica sobre a possibilidade de aborto para fetos anencéfalos, que quando não nascem mortos, conforme relatos médicos, passam apenas alguns dias ou semanas em vida, ou seja, se nascerem com vida, é certo que não será mantida por muito tempo. A anencefalia é uma malformação rara do tubo neural, caracterizada pela ausência parcial do encéfalo e da calota craniana, mas não se enquadra nos casos jurídicos que se permite o aborto, sendo permitido apenas por gravidez oriunda de estupro ou risco para a vida da gestante. Agora, com a aprovação desta portaria, o aborto poderá ser feito sem recorrer ao judiciário para tal, no entanto outros fatos temerários tendem a surgir. Entenda:
O Diário Oficial da União (A íntegra aqui/PÁGINA 60) trouxe publicado o eufemismo ‘interrupção terapêutica do parto’.
A lei sancionada pela presidente Dilma Rousseff visa autorizar o aborto para casos de estupro e anencéfalos, mas deixa brechas para a prática geral: a mulher não é obrigada a apresentar Boletim de Ocorrência policial ao médico que a atender, e uma única vírgula no texto da portaria abre interpretações jurídicas que podem causar a liberação do aborto sob qualquer motivação.
Sem B.O., a mulher interessada em abortar pode alegar que foi estuprada, mesmo que tenha semanas de gestação e tenha decidido não ter o bebê. A lei não é clara sobre se o procedimento deve ser imediato logo após o estupro.
E o texto da Portaria pode abrir brecha para o aborto em casos gerais: “consiste em procedimento direcionado a mulheres em que a interrupção da gestação é prevista em lei, por ser decorrente de estupro, por acarretar risco de vida para a mulher ou por ser gestação de anencéfalo”.
Em suma, há três motivações. A vírgula abre interpretações como: o ‘risco de vida para a mulher’ não está necessariamente ligado à causa estupro. A gestante pode alegar qualquer risco à sua saúde, mesmo que não tenha sido estuprada.
Procurada para se posicionar sobre as questões supracitadas, a assessoria do Ministério da Saúde informou que não teria resposta a tempo para a noite de ontem. Um assessor também informou que não enviaria uma posição por e-mail devido à alta demanda por outros assuntos na pasta.
MEMÓRIA
O projeto surgiu anos atrás, apresentado pela então deputada federal Iara Bernardi (PT-SP), e só ano passado tornou-se o PLC 3/13, aprovado e sancionado. 
(Fonte: Leandro Mazzini/UOL com edição Revolta Brasil)
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